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| 2011 |
PARTICIPE: Dia 25/10 (terça-feira) da Procissão de Encerramento dos Festejos de Frei Galvão, nosso padroeiro paroquial!!!
A procissão sairá às 17h de frente à capela N. Sra. da Conceição Aparecida, no Conj. Broder Ville, indo em direção ao Conj. Joaz Souza onde está nossa igreja-matriz paroquial que guarda no altar um requília (fragmento do osso do dedo) de S. Antonio de Sant'Anna Galvão.
Venha louvar a Deus e pedir a intercessão do 1º Santo genuinamente brasileiro!
Confira Programação completa da Festa na lateral dest blog e/ou pelo
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Conheça a VIDA e a OBRA de NOSSO PADROEIRO PAROQUIAL...
FREI ANTÔNIO DE SANT'ANNA GALVÃO, OFM (1739-1822)
"Homem da Paz e da Caridade"
Do Vaticano, por meio do Papa Bv. João Paulo II, em 25 de outubro de 1998, com quase quinhentos anos de história, o Brasil pôde finalmente apresentar ao mundo o seu primeiro Beato, Frei Antônio de Sant'Anna Galvão, nascido em Guaratinguetá, no Estado de São Paulo, cidade não distante do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Em 11 de maio de 2007, durante sua primeira visita apostólica, o Papa Bento XVI o inscreveu nos Cânon dos Santos e o culto a este homem passou a ser universal. Sua festa litúrgica é 25 de outubro, data de sua beatificação.
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Monumento em homenagem a Frei Galvão
em sua cidade natal, Guaratinguetá.
Foto: Wikipédia. |
Frei Galvão nasceu em 1739 de uma família profundamente piedosa e conhecida pela sua grande caridade para com os pobres. Batizado com o nome de Antônio Galvão de França, aos treze anos, foi enviado ao Colégio dos Padres Jesuítas no distrito de Belém da cidade de Cachoeira no Estado da Bahia, onde permaneceu de 1752 a 1756. Voltando a Guaratinguetá, desejava entrar na Companhia de Jesus, mas o pai opôs-se por causa da perseguição do Marquês de Pombal às congregações religiosas e de modo particular aos jesuítas que acabaram sendo supressos. Assim Antônio foi encaminhado aos Padres Franciscanos, os quais exercitavam o ministério pastoral na vizinha paróquia de Taubaté. Em 1760, entrou no noviciado em Macacu, Estado do Rio de Janeiro, e no ano seguinte já fez a profissão religiosa. Em 11 de junho de 1762 foi destinado ao Convento de São Francisco na cidade de São Paulo, para estudar Filosofia e Teologia, ser ordenado sacerdote e ajudar, ao mesmo tempo, seus confrades no trabalho apostólico. Trabalhou como pregador, confessor e também porteiro do Convento de São Francisco em São Paulo, onde viveu durante 60 anos, até a sua morte ocorrida a 23 de Dezembro de 1822.