Na tarde de hoje, o Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão, Hermerson Saulo, acompanhado da Coroinha Camila Nunes, visitaram oito famílias: seis famílias eram do Conjunto Broder Ville, uma da Rua Dom Pedro I e uma no Residencial Dom Rufino.
O objetivo da visita foi anunciar a Palavra de Deus e levar a Sagrada Comunhão Eucarística aos doentes e aos idosos que, por conta das limitações, não podem participar das celebrações na comunidade.
Esta foi a primeira visita com a presença de uma coroinha. A intenção agora é em cada visita aos doentes e idosos, um coroinha possa acompanhar o Ministro, porque assim, é mais um fiel intercedendo por aquele doente/idoso visitado. Nossa gratidão à coroinha Camila, que embora celebrando hoje seu aniversário, se dispôs a servir nestas visitas missionárias! Deus a recompense pela generosidade e serviço ao Reino!
Que independentemente de o Ministro visitar, que cada um de nós assumamos a Obra de Misericórdia de visitar os enfermos, afinal disse Jesus: "... Eu estava doente e cuidastes de mim" (Mateus 25, 36)...
Abaixo, leia um trecho da Catequese do Papa Francisco sobre os idosos, pronunciada em 5 de março de 2015, no Vaticano:
[...] Graças aos progressos da medicina, a vida prolongou-se: mas a sociedade não se «ampliou» à vida! O número de idosos multiplicou-se, mas as nossas sociedades não se organizaram suficientemente para lhes deixar espaço, com o justo respeito e a concreta consideração pela sua fragilidade e dignidade. Enquanto somos jovens, somos levados a ignorar a velhice, como se fosse uma enfermidade da qual nos devemos manter à distância; depois, quando envelhecemos, especialmente se somos pobres, doentes e sós, experimentamos as lacunas de uma sociedade programada sobre a eficácia que, consequentemente, ignora os idosos. Mas os idosos são uma riqueza, não podem ser ignorados!Quando visitou uma casa para idosos, Bento XVI usou palavras claras e proféticas; dizia assim: «A qualidade de uma sociedade, gostaria de dizer de uma civilização, julga-se também pelo modo como se tratam os idosos e pelo lugar que lhes reservam na vida comum». É verdade, a atenção aos idosos distingue uma civilização. Numa civilização presta-se atenção ao idoso? Há lugar para o idoso? Esta civilização irá em frente se souber respeitar a sabedoria, a experiência dos idosos. Numa civilização em que não há espaço para os idosos ou onde eles são descartados porque criam problemas, tal sociedade traz em si o vírus da morte.
















