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domingo, 4 de outubro de 2015

2º dia da Festa da Padroeira 2015, fiéis celebram também a memória de São Francisco, arauto da Paz e do Bem

Na manhã de hoje, Pe. João Maria, nosso vigário paroquial, presidiu a Santa Missa no 2º dia da Novena em preparação para a Festa de N. Sra. Aparecida.
Nesta celebração, rezamos de modo especial por todas as famílias. Rezou-se também em comunhão com os bispos reunidos no Vaticano desde a manhã de hoje até dia 25 de outubro para a XIV Assembleia Geral do Sínodos dos Bispos.
  • Caso não veja as imagens acima, clique AQUI.
Hoje, também em todo o Brasil, como gesto concreto do Ano Paz 2015, instituído pela CNBB, todas as cidades da Diocese de Parnaíba, farão caminhadas com a imagem de São Francisco - será uma grande súplica pela paz no país!
Que o Pobrezinho de Assis nos ajude a sermos instrumentos da Paz de Jesus!
Na missa de hoje, catequistas foram responsáveis pela Liturgia. Serviram no altar três novos coroinhas: Camila, Ana Victória e Maicon Breno.
Amanhã, 5/10, participe da reza do Santo Terço às 18h30 e da Celebração da Santa Missa! Haverá também um bingo! Participe e colabore!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

CONVITE: Festa da Padroeira 2015! Participe!

CONVITE

Aproxima-se mais um “Mês das Missões” e do “Santo Rosário” e, com ele a Festa de Nossa Senhora Aparecida: de 3 a 12 de outubro de 2015! 
Estamos vivenciando, no Brasil, o “Ano da Paz” e queremos neste tempo de graça, suplicar, em comunidade, ao “Príncipe da Paz” (Is 9, 6) este grande dom para nossa nação! Chega de insegurança! Chega de injustiça! Chega de conflitos familiares! Chega de corrupção! Que a Virgem Maria nos ajude a sermos nesta Terra de Santa Cruz os promotores da Paz que só Jesus pode nos dar (Mt 5, 9; Jo 14, 27). 
Assim, e, em sintonia com as recomendações de nosso Bispo Diocesano, que nos convida a rezarmos pela Paz nos festejos dos padroeiros, escolhemos para nosso novenário o tema: “Com a Mãe Aparecida sejamos promotores da Paz!” e como lema: “Justiça e Paz se abraçarão” (Salmos 85,10). 
É com grande alegria que convidamos você, sua família (grupo e comunidade) a participar conosco da festa em honra da Santa Mãe de Deus e Nossa, a Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil e de nossa comunidade!
 Participe! Venha rezar conosco!

A Coordenação.



CONFIRA NOSSA PROGRAMAÇÃO:
Clique para ampliar!

OBSERVAÇÕES...
  • Abertura do festejo: Alvorada e café partilhado no dia 3/10, às 5h, em nossa capela. 
  • Em 4/10, dia de São Francisco, a Santa Missa será celebrada pela manhã, às 8h;
  • Nos dias 3, 5 e de 7 a 11/10, às 18h30, acontecerá a recitação do Santo Rosário seguida por Santa Missa; OBS.: No 1º dia da novena novos coroinhas serão admitidos ao serviço do altar.
  • Dia 6/10, a partir das 19h não haverá Santa Missa, mas Celebração Penitencial com CONFISSÕES INDIVIDUAIS. 
  • Dia 10/10, durante a Santa Missa acontecerá CASAMENTO COMUNITÁRIO;
  • Dia 11/10, após a Santa Missa com BATIZADOS, acontecerá o “III JANTAR COM MARIA” com exibível custando apenas R$ 5,00; 
  • COM EXCEÇÃO dos dias 4, 6 e 11/10 em nossas confraternizações após as celebrações acontecerão vendas de comidas em nossa barraca e realização de leilões e/ou bingos!
  • Encerramento do festejo: procissão pelas ruas do Conj. Broder Ville, no dia 12/10, às 17h, seguida da Missa Solene. Após a celebração de encerramento, acontecerá o tradicional BINGÃO com valiosos prêmios. Participe e colabore conosco!
Show com grupo LAEL em nosso encerramento!
  • Os convidados não ficam responsáveis por nada na Liturgia, a não ser que expressem vontade. Para isso, favor, comuniquem nosso Coordenador por meio de nossa fanpage no Facebook.
IMPORTANTE!!
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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Carta Pastoral de Dom Alfredo sobre o "Ano da Paz-2015"! Leiam!

Dom Alfredo Scháffler
Por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica
Bispo de Parnaíba

Saúdo fraternalmente a todos os fiéis da nossa Diocese, saúdo os padres e religiosos(as), consagrados nas novas comunidades, saúdo todo povo de Deus.

De 30/11/2014 à 25/12/2015
A fraternidade é uma dimensão essencial do homem. Ser irmão e irmã é próprio da pessoa humana. Como pessoas humanas, desejamos todos a paz e a harmonia na nossa convivência familiar e social. A Cultura da Paz e da Cidadania está relacionada ao tema da segurança como uma questão sociopolítica que envolve a todos. Nenhum membro da sociedade organizada deve ser excluído do processo de construção de uma sociedade mais justa, fraterna e segura ou eximir-se de sua responsabilidade no processo de construção da paz social.
Impressiona-nos a triste realidade das guerras que acontecem em tantas partes do mundo com números elevados de vítimas fatais. Mas não está na hora de olhar os números de homicídios que estão acontecendo nesta nossa querida terra da Santa Cruz? Nos últimos 30 anos tivemos um aumento de 259% de homicídios. No ano de 2013 aconteceram 50.806 vítimas de homicídios dolosos no Brasil. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 11% dos assassinatos do mundo acontecem no Brasil onde uma pessoa é morta a cada dez minutos. Além disso, foram registrados no mesmo ano 50.320 casos de estupro. Quase o mesmo número de vítimas fatais foram registradas pelos acidentes no trânsito.
Diante desta realidade no nosso país, a Conferência dos Bispos do Brasil convocou os brasileiros para um ANO DE PAZ.
Além da violência a dizimar a vida de milhares de brasileiros todos os anos, percebemos outras formas geradoras da violência. Não estamos tomando quase diariamente conhecimento de corrupção em Empresas estatais, desvios de verbas públicas e outros crimes do colarinho branco alimentados pela impunidade de seus agentes que não sabem de nada e não querem assumir a responsabilidade?
Como lembra o Papa Francisco: “o anseio de uma vida plena contém uma aspiração, irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em que não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar.”
No silêncio das nossas famílias não acontecem atos de violência?
Será que não existem em tantas cidades de nossa Diocese “bocas de fumo” conhecidos pela larga maioria da população, e os que são responsáveis será que não sabem?
A paz é um valor e um dever universal e encontra seu fundamento na ordem racional e moral da sociedade que tem as suas raízes no próprio Deus. A paz é fruto do amor. Por isso a vivência do amor pode reverter esta situação. “O amor faz com que o homem se realize através do dom sincero de si, amar significa dar e receber aquilo que não se pode comprar nem vender, mas apenas livre e reciprocamente oferecer.” São João Paulo II.
São João XXIII nos fala: “Nada se perde com a paz, mas tudo pode ser perdido com a guerra”. Será que isso não continua atual para nossa convivência humana?
A Igreja trabalha pela paz com a oração. A oração abre o coração não só a uma profunda relação com Deus, como também ao encontro com o próximo sob o signo do respeito, da confiança, da compreensão, da estima e do amor.
Novamente o Papa Francisco nos fala: “o verdadeiro construtor da paz é aquele que faz o primeiro passo em direção ao outro, que sabe pedir desculpa, o que não é fraqueza, mas uma força de paz.”
“Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” Mt 5,9
Assim convocamos todas as nossas comunidades paroquiais, afim de que o tema da Paz seja incentivado nas mais diversas atividades pastorais, especialmente nos festejos que estão sendo celebrados.
Junto com a CNBB queremos orientar que no dia 04 de outubro, festa de São Francisco de Assis, arauto da paz, seja realizada uma Caminhada pela Paz em todas as comunidades paroquiais, nas cidades e no interior. Todas as comunidades devem realizar uma caminhada demonstrando que a paz é possível. Com cartazes, lenços brancos e roupa branca vamos juntos proclamar que somos filhos da Paz.
Com São Paulo que escreveu aos Efésios digo: “Para os irmãos, paz, amor e fé da parte de Deus Pai e Nosso Senhor Jesus Cristo”. (Ef 6,23)

Na festa da Ascenção de Nosso Senhor de 2015.

+ Alfredo – bispo de Parnaíba

Seja esta nossa carta lida e comentada em todas as missas nos domingos e outras ocasiões de celebrações nas comunidades, e registrado no Livro Tombo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Igreja no Brasil vivencia "Ano da Paz"!

Confira abaixo um artigo sobre o Ano da Paz no Brasil, inaugura ontem, 30 de novembro de 2014, 1º domingo do Advento, e se estende até o Natal de 2015!
 

ANO DA PAZ, NOVO ADVENTO

A Igreja Católica decidiu, durante a Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), promover um Ano da Paz. Essa decisão importante fundamenta-se na urgência de unir esforços para transformar a realidade e lutar, incansavelmente, na promoção da paz, que é um dom de Deus, entregue aos homens e mulheres de boa vontade pelo Príncipe da Paz, Jesus Cristo, Salvador e Redentor.
Ao investir na promoção do Ano da Paz, a Igreja, a partir de sua tarefa missionária de anunciar Jesus Cristo e seu Reino, empenha-se e busca sensibilizar outros segmentos da sociedade para enfrentar a violência, que atinge de modo arrasador a vida, a dignidade humana e as culturas. Uma fonte de sofrimento que ameaça o futuro da humanidade, com graves consequências para diferentes povos e sociedades. Ao promover o Ano da Paz, a CNBB aciona a grande rede de comunidades de fé que forma a Igreja no Brasil para que, em parceria com outras instituições, seja cultivada uma consciência cidadã indispensável na construção de uma sociedade sem violência. Para isso, conforme ensina Jesus no Sermão da Montanha, é necessária a vivência de uma espiritualidade que capacite melhor os filhos de Deus, tornando-os construtores e promotores da paz.
Trata-se de um percurso longo a ser trilhado, uma dinâmica complexa a ser vivida, para que o coração humano torne-se coração da paz. O Papa Francisco, na sua Exortação Apostólica Alegria do Evangelho, sublinha que, enquanto não se eliminarem a exclusão e a desigualdade dentro da sociedade e entre os vários povos, será impossível erradicar a violência que, venenosamente, consome vidas, mata sonhos e atrasa avanços.
A vivência do Ano da Paz é uma tarefa que deve ser assumida pelos homens e mulheres de boa vontade, empenhados no trabalho de contribuir para que cada pessoa se reconheça como um coração da paz. Esse serviço deve ser vivido de modo criativo, sem enrijecimentos ou complicações, valendo-se de estruturas, instituições, especialmente as educativas e os meios de comunicação. No exercício dessa tarefa, é preciso cultivar uma espiritualidade que determina rumos. Ao mesmo tempo, torna-se imprescindível exercitar a intrínseca dimensão política de nossa cidadania, lutar pelo estabelecimento de dinâmicas e processos que ajudem a avançar na erradicação dessa assombrosa e crescente onda de violência que se abate sobre nossa sociedade, provocada, de certo modo, pela mesquinhez que caracteriza o mundo atual.