sexta-feira, 29 de junho de 2012

Utilidade pública: NOVOS NOMES ÀS RUAS DO BAIRRO PRIMAVERA

No 5 de junho o Prefeito Municipal de Parnaíba José Hamilton Furtado Castello Branco sancionou a Lei nº. 2.700/2012 que “Dispõe sobre denominações de logradouros e dá outras providências”.
Veja um quadro-resumo de como ficou essas alterações:



DENOMINAÇÃO DADA EM LEI*
ANTIGO NOME
CEP
Rua Deputado Ribeiro Magalhães
(da BR 343, agora “Av. Evandro Lins e Silva” até o encontro com R.D.Pedro I)

Rua Principal do Broder Ville

64213-060
Rua José de Morais Veras
(Via principal de acesso ao novo Residencial Primavera)
64213-200
Rua Israel Broder
Rua da Capela de N. Sra. Aparecida
64213-190
Rua Antonio Ferreira Pires
Rua A
(Conj. Broder Ville)
64213-065
Rua Bernardo Caldas
Rua B
64213-070
Rua José Maria Borges dos Santos
Rua C
64213-080
Rua Antonio Sales de Sousa
Rua D
64213-090
Rua Wanildo Mendes dos Santos
Rua E
64213-100
Rua Maria Tereza Correia
Rua F
64213-110
Rua Trasíbulo Melo
Rua G
64213-120
Rua Antonio Cajubá de Brito
(Laterais dos mercantis “Paulinho” e “Costa”)
“Rua Principal”
64213-185
Rua Raimundo Lucas de Oliveira
Projetada 87
64213-050
Rua Estevão Brioso
Projetada 88
64213-040

Av. Gerardo Ponte Cavalcante / Cearense
(Desde a Lei municipal nº. 2.592/2010)
Estrada Sabiazal
(Caminho para o Conj. Joaz Souza)
64216-675 (Igç.)
ou
64217-560 (SVP)
Rua Dom Pedro I
NÃO ALTEROU
64213-010


* LEI MUNICIPAL Nº. 2.700, de 05 de junho de 2012. Dispõe sobre denominações de logradouros e dá outras providências. (Diário Oficial do Município de Parnaíba - Quarta-feira, 06 de Junho de 2012 - Ano XIV - n° 1017).

OBS.: Em 2016, novos logradouros foram criados: a Praça Nossa Senhora Aparecida (ao lado de nossa capela) e a Rua Projetada 86 (última via do Residencial Cerâmica Costa Norte) passou a ser denominada Rua Delta.

Confira AQUI a íntegra da lei que denomina a Praça.
Confira aqui, novas denominações de logradouros no Bairro Primavera e no Resd. Dom Rufino

Fontes:

Clique na imagem e baixe a Lei 2.700/2012

Confraternização na véspera de Festa de São Pedro e São Paulo

Na noite de ontem, 28, alguns irmãos da comunidade promoveram uma confraternização em homenagem ao Dia do martírio dos santos apóstolos Pedro e Paulo. 
Cada família trouxe um alimento para partilhar. Assou-se peixes com as brasas da grande fogueira que foi acesa ao lado da capela e logo depois todos se serviram!
Que os Santos Juninos nos ajude a crescer sempre mais na solidariedade, na fraternidade e na partilha!
Viva São Pedro e São Paulo!

Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo - dia do Papa

A Igreja celebra em festa este 29 de junho, solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo – padroeiros de Roma, colunas da Igreja –, ocasião em que se celebra também o Dia do Papa.
Ressalta-se que a Igreja no Brasil comemorará no próximo domingo o Dia do Papa – Pastor universal da Igreja –, ocasião em que se faz também a coleta anual para a caridade do Papa (Óbolo de São Pedro).
Celebrando os padroeiros da cidade e da Diocese de Roma, Bento XVI presidiu na manhã desta sexta-feira a missa solene na Basílica de São Pedro, na qual – como todos os anos nesta data – impôs o pálio sagrado a 44 arcebispos metropolitanos nomeados nos últimos doze meses. O pálio é uma insígnia litúrgica, sinal distintivo da estreita união e fidelidade dos arcebispos ao Sucessor de Pedro.

Entre os 44 arcebispos que receberam o pálio, 7 são brasileiros:
Dom Wilson Tadeu Jonck S.C.I., de Florianópolis (SC).
Dom Jose Francisco Rezende Dias, de Niterói (RJ).
Dom Esmeraldo Barreto de Farias, de Porto Velho (RO).
Dom Airton Jose dos Santos, de Campinas (SP).
Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho, de Teresina (PI).
Dom Paulo Mendes Peixoto, de Uberaba (MG).
E por fim, Dom Jaime Vieira Rocha, de Natal (RN).

Ademais, Dom Filippo Santoro, que foi bispo de Petrópolis (RJ) no Brasil e é atualmente arcebispo de Taranto – sul da Itália – também recebeu o pálio nesta cerimônia.
O Santo Padre iniciou a homilia cumprimentando os novos arcebispos metropolitanos dirigindo-lhes, de modo especial e afetuoso, a sua saudação, estendendo-a, em seguida, à delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla e ao Coro da Abadia de Westminster (Londres), dentre outros.
Em seguida, aludindo às duas imponentes estátuas dos Apóstolos Pedro e Paulo – colocadas à frente da Basílica de São Pedro –, afirmou que ambos representam todo o Evangelho de Cristo, destacando que a ligação deles "como irmãos na fé adquiriu um significado particular em Roma".
S. Pedro e S. Paulo, Apóstolos
"Pedro e Paulo, apesar de ser humanamente bastante diferentes e não obstante os conflitos que não faltaram no seu mútuo relacionamento, realizaram um modo novo e autenticamente evangélico de ser irmãos, tornado possível precisamente pela graça do Evangelho de Cristo que neles operava."
"Só o seguimento de Cristo conduz a uma nova fraternidade: esta é, para cada um de nós, a primeira e fundamental mensagem da Solenidade de hoje, cuja importância se reflete também na busca da plena comunhão, à qual anseiam o Patriarca Ecumênico e o Bispo de Roma, bem como todos os cristãos."
Em seguida, referindo-se ao Evangelho do dia, em que Pedro faz a sua confissão de fé em Jesus, reconhecendo-o como Messias e Filho de Deus, e no qual o Senhor lhe revela a missão que pretende confiar-lhe, ou seja, a de ser a "pedra", a "rocha", o fundamento visível sobre o qual está construído todo o edifício espiritual da Igreja, o Papa perguntou-se "de que modo Pedro é a rocha? Como deve realizar esta prerrogativa, que naturalmente não recebeu para si mesmo?"
Comentando, ainda, a passagem do Evangelho de Mateus, Bento XVI observou que o reconhecimento da identidade de Jesus proferido por Simão Pedro não provém "das suas capacidades humanas, mas de uma revelação especial de Deus Pai".

domingo, 24 de junho de 2012

Rifa em prol das Santas Missões na Paróquia Frei Galvão


OBS.: A rifa ainda não aconteceu! Acontecerá, agora, em 23/07/2012.


Com R$ 5,00 você concorrerá a: 
1 Batedeira, 
1 Liquidificador, 
1 Bicicleta e 
1 Tablet.

Participe!!! Compre já sua cartela! 
Procure a Coordenação de nossa comunidade ou a Secretaria Paroquial, no Conj. Joaz Souza!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Na memória do patrono dos políticos, São Tomás More, a CNBB publica Nota sobre a ética pública


“Ai dos que fazem do direito uma amargura 
e a justiça jogam ao chão” (Am 5,7) 

Fatos políticos e administrativos, que contrariam a ética pública e o bem comum, têm sido fartamente divulgados pela Imprensa, provocando uma reação de indignação e perplexidade na sociedade brasileira. Chega-se mesmo a colocar em xeque a credibilidade das instituições, que têm o dever constitucional de combater a corrupção e estancar a impunidade, que alimenta tal prática. 
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, solidária a este sentimento que inquieta a população, vem, através do Conselho Permanente reunido em Brasília de 20 a 22 de junho, manifestar, mais uma vez, sua grave preocupação com estas suspeitas de violação aos princípios da moralidade e da legalidade consubstanciados na Constituição Federal. 
Já em 1993 a CNBB questionava: “Como não denunciar a grande criminalidade dos que desviam, em proveito pessoal, enormes somas dos órgãos públicos, provocando escândalo e revolta, muitas vezes impotentes, da parte dos humildes, a quem estavam destinados esses bens? Como não solicitar que os crimes mais graves sejam punidos e que a lei não seja severa apenas com os pequenos infratores, sem jamais atingir os poderosos e espertos? Como tolerar que a um grande número de denúncias comprovadas de corrupção e prejuízo dos cofres públicos não corresponda igual número de punições e ressarcimentos? A impunidade é um incentivo constante para novos crimes e novas violências” (CNBB, Ética, Pessoa e Sociedade, n. 143, 1993). 
O senso de justiça, sempre presente na consciência da nação brasileira, é incompatível com as afrontas ao bem comum que logram escapar às penas previstas, contribuindo para a generalizada sensação de que a justiça não é a mesma para todos. Todo cidadão tem o direito à correta gestão de assuntos e serviços públicos, afastando-se a deletéria, porque corrupta, conduta dos governantes de tratar a coisa pública, o patrimônio e negócios públicos, como objetos pessoais postos a usufruto particular e partidário, e à satisfação de caprichos egoístas. 
A sociedade brasileira espera e exige a investigação de toda suspeita de corrupção bem como a consequente punição dos culpados e o ressarcimento dos danos. O que temos assistido, no entanto, parece apontar em direção oposta quando muitos fatos, no passado e no presente, ficam sem solução e caem no esquecimento. Isso explica o crescente desencanto da sociedade com as instituições públicas. Os mecanismos que têm a responsabilidade de passar a limpo as corrompidas estruturas do país caem no descrédito e ficam desmoralizados se não cumprem o papel a que se destinam. Nenhum outro interesse pode subjugá-los senão o do resgate da ética no trato com a coisa pública. 
Reafirme-se que a força dos três poderes da República está na sua harmonia, no pleno respeito à sua correspondente independência e autonomia. Os que respondem diretamente por seu funcionamento, no entanto, nunca se esqueçam de que o poder que exercem provém da sociedade. Da mesma forma, o agente político se recorde de que é seu dever ultrapassar as fronteiras político-partidárias, as condicionantes de oposição-situação, para colocar-se a serviço do Estado e da sociedade, sem confundir jamais o público com o privado, o que constituiria grave ofensa à legislação e desrespeito à sociedade. 
No compromisso de construir uma sociedade justa e solidária, inspire a todos a palavra de Jesus Cristo: “Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não. O que passa disso vem do Maligno” (Mt 5,37). 
Que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, abençoe nosso povo e anime sua esperança!

Brasília, 22 de junho de 2012

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB 

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice-Presidente da CNBB 

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB 

Fonte: CNBB.

São Tomás More, padroeiro dos políticos

S. Thomas Morus
Foto: Wikipédia
Neste ano de Eleições municipais vale à pena conhecer um pouco sobre São Tomás More, santo que o beato Papa João Paulo II através da Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio “E sancti Thomae Mori” (de 31 de outubro de 2000) o declarou Padroeiro dos políticos e dos governantes.
Leia a seguir, um ótimo artigo de Dom Fernando Arêas Rifan sobre esse santo:

O Padroeiro dos Políticos

[Hoje, 22], a Igreja celebra a festa do mártir Santo Tomás More. Lorde Chanceler do Reino da Inglaterra, por não ter aceitado o divórcio e o cisma do rei Henrique VIII, foi condenado à morte por traição e decapitado em 1535. Preferiu perder o cargo e a vida a trair sua consciência. A Igreja o proclamou padroeiro dos Governantes e dos Políticos, exatamente porque soube ser coerente com os princípios morais e cristãos até ao martírio. O belo filme da sua vida, em português, que recomendo, intitula-se “O homem que não vendeu sua alma!”. 
A coerência é uma virtude cristã que deve penetrar todas as nossas ações e atitudes. Pensar, viver e agir conforme a nossa fé e nossas convicções cristãs. Caso contrário, seremos hipócritas e daremos um grande contra-testemunho do nosso cristianismo. A consciência é única e unitária, e não dúplice. Não se age como cristão na Igreja e como pagão fora dela. 
“O Concílio exorta os cristãos, cidadãos de ambas as cidades [terrena e celeste], a que procurem cumprir fielmente os seus deveres terrenos, guiados pelo espírito do Evangelho. Afastam-se da verdade os que, sabendo que não temos aqui na terra uma cidade permanente, mas que vamos em demanda da futura, pensam que podem por isso descuidar os seus deveres terrenos, sem atenderem a que a própria fé ainda os obriga mais a cumpri-los, segundo a vocação própria de cada um. Mas não menos erram os que, pelo contrário, opinam poder entregar-se às ocupações terrenas, como se estas fossem inteiramente alheias à vida religiosa, a qual pensam consistir apenas no cumprimento dos atos de culto e de certos deveres morais. Este divórcio entre a fé que professam e o comportamento quotidiano de muitos deve ser contado entre os mais graves erros do nosso tempo” (Gaudium et Spes, 43). 
O ensinamento social da Igreja não é uma intromissão no governo do País, mas traz um dever moral de coerência aos fiéis leigos, no interior da sua consciência. “Não pode haver, na sua vida, dois caminhos paralelos: de um lado, a chamada vida ‘espiritual’, com os seus valores e exigências, e, do outro, a chamada vida ‘secular’, ou seja, a vida de família, de trabalho, das relações sociais, do empenho político e da cultura” (Beato João Paulo II, Christif. Laici, 59). 
“Reconhecendo muito embora a autonomia da realidade política, deverão se esforçar os cristãos solicitados a entrarem na ação política por encontrar uma coerência entre as suas opções e o Evangelho” (Paulo VI, Octogésima Adveniens, 46). “Também para o cristão é válido que, se ele quiser viver a sua fé numa ação política, concebida como um serviço, não pode, sem se contradizer a si mesmo, aderir a sistemas ideológicos ou políticos que se oponham radicalmente, ou então nos pontos essenciais, à sua mesma fé e à sua concepção do homem...” (idem, 26). 
No atual clima de corrupção e venalidade que invadiu o sistema político, eleitoral e governamental, possa o exemplo de Santo Tomás More ensinar aos governantes e políticos, atuais e futuros, que o homem não pode se separar de Deus, nem a política da moral, e que a consciência não se vende por nenhum preço, mesmo que isto nos custe caro e até a própria vida.
Dom Fernando Arêas Rifan 
Administrador Apostólico Pessoal São João Maria Vianney

Fonte: CNBB.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

AS FESTAS JUNINAS E A RELIGIOSIDADE POPULAR

“A rica e profunda religiosidade popular constitui o precioso tesouro da Igreja Católica no Continente Latino-americano. Uma religiosidade que merece nosso respeito e carinho, pois reflete uma sede de Deus que somente os pobres e simples podem conhecer”, afirma o Documento de Aparecida (n. 258). 
A devoção aos santos constitui um capítulo à parte na religiosidade popular. Nosso povo tem em grande consideração os santos, de modo especial a Virgem Maria.
Um carinho e especial devoção são nutridos pelos santos celebrados em junho e cujas festas são chamadas de “festas juninas”: Santo Antonio [13 de junho], São João Batista  [24 de junho] e São Pedro e São Paulo  [29 de junho]
Santo Antônio, o “santo casamenteiro”, ocupa um lugar especial no devocionário de nosso povo. A cultura popular o “estigmatizou” como o grande protetor das moças casamenteiras. Sacerdote e Doutor da Igreja, Santo Antonio tem dupla nacionalidade: nasceu em Portugal (Lisboa), em 1195 e morreu na Itália (Pádua), em 1231. Foi canonizado no ano seguinte à sua morte. Por que é tão conhecido e famoso Santo Antonio? Pio XII dizia que era sobretudo pela santidade de sua vida, pelos milagres tão frequentes e pelo resplendor de sua doutrina. Chamado por Pio XII de “Doutor Evangélico” e “Arca do Testamento”, Santo Antonio é um dos santos mais populares do mundo. Muitas são as cidades, as paróquias e as pessoas que trazem o seu nome. 
São João Batista, o único santo, além de Nossa Senhora, que tem duas festas: a do seu nascimento (24 de junho) e a de sua morte (29 de agosto). Primo de Jesus, teve a incumbência de preparar os caminhos do Senhor. Voz que clama no deserto, coube-lhe a honra de batizar o próprio autor do Batismo (Mt 3, 14). Denuncia o egoísmo dos ricos, as injustiças dos militares e os vícios dos reis e, por isso, é decapitado. (Mc. 6,17-29) 
São Pedro e São Paulo: duas colunas da Igreja. Pedro,nasceu em Betsaida, junto ao lago de Genezaré. Irmão do também apóstolo André. Casado, segundo Mt 8, 14 (Jesus curou a sogra de Pedro). Devido ao seu trabalho, pescador, Simão Pedro era um homem rude, porém espontâneo e sincero, um homem de “altos e baixos”, negou a Jesus mas recebeu dele uma prova de extrema confiança: “Eu te darei as chaves do Reino dos Céus” (Mt. 16, 13-19). Pedro é sempre o primeiro na lista dos apóstolos, o primeiro a ver o ressuscitado, o primeiro nas decisões... em tudo. Foi crucificado em Roma, no ano 67. Por ter sido o 1º papa, a Igreja celebra, também neste dia, o Dia do Papa. 
São Paulo, o apóstolo dos gentios, o perseguidor que se transformou no grande pregador. Fundador de muitas das primeiras comunidades cristãs, Paulo dirigiu a elas muitas Cartas, das quais quatorze são consideradas “canônicas” e fazem parte do Novo Testamento. Suas Cartas são as mais lidas de todos os tempos. Dele São Jerônimo disse: “Jamais o mundo verá outro homem da envergadura de São Paulo”. Nasce em Tarso. Romano por nascimento, judeu de raça e de religião, fariseu zeloso com sólida formação na escola de Gamaliel. Sua conversão aconteceu às portas de Damasco e sua queda do cavalo passou a ser símbolo de toda conversão (At 9, 4) 
As festas juninas são celebradas com muito entusiasmo pelo nosso povo. As famosas “fogueiras”, as danças denominadas “quadrilhas”, os fogos de artifício, a reza do terço, o quentão e a pipoca (propícios para o mês de junho – mês do frio) constituem parte de nosso folclore e nem por isso perdem o seu colorido religioso e, por isso mesmo, fazem parte da religiosidade popular. 
Dom Paulo Sérgio Machado
Bispo Diocesano de São Carlos-SP

FONTE: A Boa Nova: boletim informativo da Diocese de São Carlos. Ano 21, n. 219, jun./2011.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

15 de junho: memória litúrgica da Beata Albertina Berkenbrock

A Beata Albertina Berkenbrock nasceu em 11 de abril de 1919, na Vila de São Luís, paróquia São Sebastião de Vargem do Cedro, município de Imaruí, no Estado de Santa Catarina. Filha de um casal de agricultores, Henrique e Josefina Berkenbrock, teve mais oito irmãos e irmãs. Foi batizada no dia 25 de maio de 1919, crismada em nove de março de 1925 e fez a primeira comunhão no dia 16 de agosto de 1928. 
Aos 12 anos de idade, no dia 15 de junho de 1931, às 16 horas, foi assassinada porque quis preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da mulher, por causa da fé e da fidelidade a Deus. 
Recusa-se aos convites eróticos de Maneco Palhoça, conhecido na Vila de São Luís e que já havia abusado de outra garota. Como era alta e forte, Albertina luta com o homem, que, por vingança, afunda um canivete no pescoço da jovem e a degola. 
O martírio e a fama de santidade espalharam-se rapidamente de maneira clara e convincente. Na Diocese de Tubarão, é conhecida pelo povo como “a nossa Albertina”. A Beatificação de Albertina aconteceu em 20 de outubro de 2007, em frente à Catedral da Diocese de Tubarão. A celebração eucarística foi presidida pelo então prefeito da Congregação para as Causas dos Santos do Vaticano, Cardeal José Saraiva Martins. 
Agora, alguns possíveis milagres já estão sendo acompanhados em sondagem com Roma, mas ainda estão na fase de comprovação médica. “Esperamos que até o final do ano tenhamos algum sinal verde para os encaminhamentos finais serem apresentados. Com a comprovação de um milagre será possível, então, apresentá-la como santa de devoção ao mundo inteiro”, indica padre Sérgio. 
Albertina e outros jovens são para todos exemplo de fidelidade, conheça mais sobre os patronos e intercessores da JMJ Rio2013. 

OBS.: Neste ano, a memória dessa beata não foi celebrada por coincidir com uma festa móvel –Solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

FONTE: Adaptado de JMJ-Rio-2013

AGENDA: Ordenações presbiterais vem por aí...

Hoje, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e dia mundial de oração pela santificação dos sacerdotes é com alegria que divulgamos as próximas ordenações presbiterais que acontecerão em nossa diocese:
Em 4 de agosto próximo, festa de São João Maria Vianney, padroeiro dos padres, a Diocese de Parnaíba, às 19 h, na catedral de N. Sra. Mãe da Divina Graça, por meio da imposição das mãos do nosso bispo Dom Alfredo Scháffler e oração consecratória ganhará mais dois sacerdotes diocesanos. Serão ordenados presbíteros para Igreja de Deus, o Diácono Luis Gomes (natural de Pedro II) e o Diác. Francisco José (filho de nossa Paróquia de Frei Galvão - Parnaíba). Além destes, o Diác. Valmir Manoel dos Santos, natural de Pedro II, mas residente em Monza-Itália, pertencente ao P.I.M.E. (Pontifício Instituto de Missões Exterior), também será, nesta ocasião, ordenado presbítero.

O Diácono Luis Gomes está realizando seu diaconato temporário na Paróquia N. Sra. de Fátima, em Parnaíba e o Diác. Francisco José na Paróquia de N. Sra. da Conceição, em Ilha Grande do Piauí, além de cooperar na formação dos nossos seminaristas no Seminário Menor João Paulo II, em Parnaíba.
Antes, porém, em 21 de julho, Dom Alfredo ordenará sacerdote o Diác. Leonel Gomes, religioso Jesuíta, residente na Arquidiocese de S. Salvador da Bahia, mas que é filho de nossa diocese, por isso será aqui ordenado. Sua ordenação fora anunciada na Missa dos Santos Óleos-2012.

Confira na imagem abaixo uma entrevista com o Diác. Leonel ao Jornal Millenium, informativo de nossa Diocese (Ano XI, n.º 82, abr.-maio/2012).
Rezemos pelos sacerdotes de nossa diocese e por estes futuros sacerdotes!! 

O Pálio e a unidade da Igreja

Dom Jacinto, 
7º Arcebispo de Teresina
No próximo dia 29 de junho, Solenidade de São Pedro e São Paulo, receberão o Pálio das mãos do Papa Bento XVI, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o Arcebispo de Niterói (RJ), Dom José Francisco Rezende Dias; de Campinas (SP), Dom Airton José dos Santos; de Porto Velho (RO), Dom Esmeraldo Barretos de Farias; de Teresina (PI), Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho; de Uberaba (MG), Dom Paulo Mendes Peixoto; de Florianópolis (SC), Dom Wilson Tadeu Jonck, e de Natal (RN), Dom Jaime Vieira da Rocha.
O Pálio é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de cinco centímetros de largura e dois apêndices. Nele, estão bordadas seis cruzes. É confeccionado com a lã de dois cordeiros, ofertados ao Papa por freiras no dia 21 de janeiro de cada ano, data da festa de Santa Inês. A lã posteriormente é tecida pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma. 
Nos primeiros séculos da era cristã, o Pálio era usado exclusivamente pelos Papas. A partir do sexto século, passou a ser usado também pelos arcebispos metropolitanos. Os pálios são abençoados pelo Papa e colocados sobre o túmulo do Apóstolo São Pedro, sobre o qual está o altar principal da Basílica Vaticana. No dia 29 de junho, os Pálios são dali levados para a celebração eucarística e colocados sobre o colarinho dos novos arcebispos. 
Papa Bento XVI usando o Pálio
e segundo a Férula (cajado)
No início de seu pontificado, o papa Bento XVI se referiu ao Pálio com as seguintes palavras: “O pálio diz antes de tudo que todos nós somos guiados por Cristo (…), ao mesmo tempo convida-nos a levar-nos uns aos outros.” O simbolismo da lã pura sobre os ombros recorda o Bom Pastor que leva as ovelhas consigo e, as cruzes bordadas em lã negra lembram as chagas de Cristo e sua Paixão salvadora.
Cada ano cerca de 35 arcebispos do mundo inteiro recebem o pálio. Quando retornam para suas arquidioceses, levam não só o colarinho de lã que lhes foi imposto pelas mãos do sucessor de São Pedro, mas também o compromisso de traduzir nas atividades pastorais aquilo que esse tradicional sinal litúrgico representa, isto é, a fé em Jesus Cristo, Filho de Deus Salvador, o compromisso de imitar o Bom Pastor, que dá a vida por suas ovelhas, e a comunhão com a Sé Apostólica.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

SANTO ANTÔNIO

Durante o mês de junho as festas juninas fazem parte da vida do nosso povo. Junto com os festejos populares é muito importante celebrar a vida dos santos que são homenageados. A vida dos santos nos inspira a darmos passos com generosidade na vida cristã e levarmos adiante, com coragem, o seguimento de Jesus Cristo. 
Iniciamos com o dia 13 de junho, quando a Igreja faz memória de Santo Antônio, grande homem, amigo de Deus e das pessoas. Fiel discípulo de Cristo e seguidor atento dos passos do Mestre. Antônio nasceu em Lisboa, Portugal, no ano de 1195, filho de Martim Afonso e Dona Maria. Seu nome de batismo era Fernando. Foi ordenado sacerdote no ano de 1220. Faleceu em Pádua no dia 13 de junho de 1231. Viveu em Portugal, na Itália e França. Destacou-se como teólogo, místico, asceta, taumaturgo e orador. 
Após sua canonização recebeu ainda o título de doutor da igreja, tamanha expressividade e vivacidade de seus ensinamentos e de seu testemunho de fé e de amor a Cristo e à sua Igreja. 
A sua vida é marcada por inúmeros milagres e fatos miraculosos e muitos deles ocorreram longo de sua vida e muitos outros após sua morte. Talvez sejam estes inúmeros fatos que fizeram de Antônio um dos santos mais populares da História do Cristianismo. 
Nos documentos que pedem ao Santo Padre a beatificação e a canonização do frade são relatadas muitas curas, como de surdos, mudos, paralíticos, cegos e epiléticos. Os documentos ressaltam, ainda, que estes fatos narrados são poucos dos muitos milagres atribuídos à intercessão de Santo Antônio, ressaltando que mesmo muitos enfermos deixados do lado de fora da Igreja foram curados aos olhos de todos. 
Além da fama popular de santo casamenteiro, atribuição de origem tardia, Antônio tem também a tradição de ser “o santo das coisas perdidas”. Nesse sentido, sentimos a necessidade de, inspirados na sua pregação, trabalhar pela família cristã, procurando orientar os jovens para um namoro sadio. Sempre atento às necessidades de seu povo, especialmente os mais pobres, Santo Antônio inspirou a obra assistencial e benemérita do "pão dos pobres", uma instituição preocupada em prover o pão para os mais pobres. Esse aspecto social acompanha a Igreja em toda a sua história. 
Muitas são as formas de devoção em torno de Santo Antônio: orações, novenas, trezenas, medalhas, o "pão de santo Antônio", e outros. As paróquias e capelas dedicadas ao santo estão repletas de tradições devocionais que ajudam o povo a viver a vida cristã inspirados no exemplo de Santo Antônio. 
Vale a pena visitar e aprofundar a biografia do Santo. Homem de profunda piedade, discípulo e apóstolo do Evangelho, grande e destacável pregador, não perdeu tempo no anúncio eficaz da Palavra de Deus. Sua pregação, sempre viva e atual, como nos Atos dos Apóstolos, era acompanhada de sinais que confirmavam sua origem e procedência. O que devemos buscar na vida de Santo Antônio é a santidade, procurando fazer a vontade de Deus, vivendo aberto aos sinais do Senhor. 
Dentre os milagres mais conhecidos estão o da pregação para os peixes em Rimini; o coração do avarento encontrado dentro do cofre; a mula em adoração ao Santíssimo Sacramento; o recém-nascido que fala em favor da mãe inocente; o pé decepado que o santo une novamente à perna; a menina que recebe o bilhete e ganha moedas de acordo com o peso do papel, depois de recorrer ao santo para conseguir ajuda e não precisar se prostituir, e tantos outros. 
Um dos dons mais destacados de Santo Antônio está na sua pregação. Talvez um aspecto pouco conhecido popularmente, mas profundo e importante em sua vida. A sua fala provoca o fascínio das pessoas e muitas se reúnem para ouvi-lo. Para sua memória não é possível recuperar toda a sua pregação a viva voz, mas boa parte se encontra em seus legítimos escritos, os 77 sermões que seu legado nos presenteou e estão compilados em suas obras. Textos zelosos, ricos da mais sã teologia, que enormemente contribuíram para a superação de heresias de seu tempo, a ponto de ser apelidado de "martelo dos hereges". 
Nestes tempos em que somos chamados a uma nova evangelização, recorramos a Santo Antônio, pedindo sua intercessão para que nosso anúncio missionário seja eficaz e torne Cristo sempre mais conhecido e amado. Que nossa pregação seja confirmada com sinais e testemunhos, e ajudem nosso povo a contemplar as maravilhas de nosso Deus. Os vários tipos de pregação de Santo Antônio nos demonstram as várias possibilidades de evangelização para que as pessoas acolham Jesus Cristo como Senhor de suas vidas. 
Que a exemplo de Antônio, o santo dos pobres, nunca nos esqueçamos daqueles que mais precisam e que em todos os momentos nos rodeiam, necessitando de roupas, pão, remédio e proteção. O amor a Deus se torna concreto na vida dos mais simples. "Estive com fome e me destes de comer; com sede, e me destes de beber, nu e me vestistes; enfermo e me fostes visitar" (cf. Mt. 25,35ss). 
"Se milagres desejais, contra os males e o demônio, recorrei a Santo Antônio e não falhareis jamais. Pela sua intercessão, foge o erro, a peste e a morte; quem é fraco fica forte, mesmo o enfermo fica são. Rompem-se as mais vis prisões, recupera-se o perdido, cede o mar embravecido, no maior dos furacões. Penas mil e humanos ais se moderam, se retiram: isto digam os que viram, os paduanos e outros mais”. (Do antiquíssimo responsório de Santo Antônio, "Si quaeris miracula") 
Que Santo Antônio inspire a todos, especialmente a nossa juventude, no seguimento de Nosso Senhor e Redentor Jesus Cristo! 
+ Dom Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) 

Fonte: CNBB.

domingo, 3 de junho de 2012

Festa de Corpus Christi - 2012

Participe da Festa do Corpo e Sangue de Deus – Corpus Christi - 2012! A procissão, neste ano, sairá da Catedral de N. Sra. da Graça (Centro) em direção à Igreja-Matriz de Nossa Senhora de Fátima (bairro Nova Parnaíba), encerrando com a celebração do Santo Sacrifício da Missa! 
É na quinta-feira próxima, 7 de junho! 
Imagem: Blog da Catedral da Diocese de Parnaíba
UM POUCO DE HISTÓRIA SOBRE A FESTA DE CORPUS CHRISTI


A Solenidade do Corpo de Deus foi instituída no século XIII pelo Sumo Pontífice Urbano IV através da Bula “Transiturus de hoc mundo” (Passando deste mundo), em 11 de agosto de 1264 e deveria acontecer de forma solene e pública anualmente na quinta-feira após a Solenidade da Santíssima Trindade (que ocorre no domingo após o domingo de Pentecostes - neste ano, em 3 de junho!).
Tempos depois, no século XVIII, o papa Bento XIV  instituiu a Festa do Preciosíssimo Sangue de Cristo,  a ser celebrado à 1º de julho de cada ano. Em 1960, inclusive, o beato papa João XXIII, através da Carta apostólica “Inde a primis” ratificou essa devoção. 
Com a Reforma do Calendário Litúrgico, sugerida pelo Concílio Vaticano II, na Constituição dogmática  "Sacrosanctum Concilium", as duas festas passaram a ser celebradas num mesmo dia. Portanto quinta-feira após a Solenidade da S. Trindade, 7 de junho, neste ano, será a Festa do Corpo e Sangue de Deus. Nela, adoramos publicamente o Deus Encarnado – Jesus Cristo – que se faz pão para a vida no mundo! 
Lembro que o dia por excelência da Eucaristia (Missa) é o Domingo, Páscoa Semanal do Cristão, mas também toda quinta-feira do ano é dia de adorar-se ao Senhor vivo, ressuscitado na reserva Eucarística presente no sacrário (tabernáculo) ou num ostensório exposto, pois foi numa quinta-feira que ele ceou com os Apóstolos e instituiu o seu sacramento por excelência – Seu Corpo e Sangue, em alimento para a vida eterna – e o Sacerdócio Mnisterial/hierárquico, que está a serviço do sacerdócio comum dos fiéis. 
Quer saber mais sobre as verdades teológicas do Sacramento da Eucaristia? Leia a Carta que o beato Papa João Paulo II dirigiu aos sacerdotes “Dominicae Cenae” (1980) e a Carta Encíclica do mesmo papa “Ecclesia de Eucaristia” (2003) – a última do seu pontificado! 
Leia também a 1ª Exortação Apostólica pós-sinodal Sacramentum Caritatis (2007) do papa Bento XVI e suas homilias de 2008 e 2011, por ocasião da Solenidade de Corpus Christi. 

"[...] a Eucaristia, enquanto nos une a Cristo, abre-nos também aos outros, tornando-nos membros uns dos outros: já não estamos divididos, mas somos um só nele. A comunhão eucarística une-me à pessoa que está ao meu lado e com a qual, talvez, eu nem sequer tenho um bom relacionamento, mas também aos irmãos distantes, em todas as regiões do mundo. Portanto daqui, da Eucaristia, deriva o profundo sentido da presença social da Igreja, como testemunham os grandes santos sociais, que foram sempre grandes almas eucarísticas. Quem reconhece Jesus na Hóstia sagrada, reconhece-O no irmão que sofre, que tem fome e sede, que é estrangeiro, está nu, doente, prisioneiro; e está atento a cada pessoa, empenha-se de modo concreto por todos aqueles que se encontram em necessidade. Portanto, do dom de amor de Cristo provém a nossa especial responsabilidade de cristãos na construção de uma sociedade solidária, justa e fraterna. " (papa Bento  XVI, 2011)

Por: catequista Hermerson Saulo.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Celebração da Coroação de Nossa Senhora na Paróquia

No final da tarde de ontem os irmãos de nossa comunidade se dirigiram em caminhada à Igreja Matriz de Frei Galvão para participarem da festa da Coroação de Nossa Senhora, encerrando assim o Mês Mariano na Paróquia de Santo Antônio de Santana Galvão. 
Às 19h começou a Santa Missa, que foi presidida pelo nosso pároco, Pe. Vicente. A igreja estava lotada com a presença de todas as comunidades da paróquia! Todas as comunidades levaram suas imagens peregrinas!
Após a Comunhão dos fiéis, aconteceu o rito da coroação da imagem do Imaculado Coração de Maria, nossa co-padroeira paroquial, sendo esse momento conduzido pelo Grupo de Dança "Alpha", da comunidade-matriz. 
Pe. Vicente agradeceu a presença de todas as comunidades e também as ofertas arrecadas (doações das famílias, bingos, leilões etc.) que cada uma levou à Matriz. Uma parte do arrecado, 20%, será reservado para o custeio com a Grande Semana Missionária que irá acontecer na paróquia de 23 a 30 de setembro!

Que a Virgem Maria, vele por todos nós, filhos seus! Amém!

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