quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Mônica e Agostinho

Dois santos admiráveis celebramos nessa semana: Santa Mônica (27/08) e Santo Agostinho (28/08)!
Agostinho nasceu em Tagaste, na Região de Cartago, na África, filho de Patrício, pagão, e Mônica, cristã fervorosa. Segundo narração dele próprio, Agostinho bebeu o amor de Jesus com o leite de sua mãe. Infelizmente, porém, como acontece muitas vezes, a influência do pai fez com que se retardasse o seu batismo, que ele acabou não recebendo na infância nem na juventude. Afastou-se dos ensinamentos da mãe e, por causa de más companhias, entregou-se aos vícios. Cometeu maldades, viveu no pecado durante toda a juventude, teve uma amante e um filho, e, pior, caiu na heresia gnóstica dos maniqueus, para os quais trabalhou na tradução de livros. Mas se o pecado destrói, Deus constrói: Ele pode muito mais. Não devemos desesperar da salvação de ninguém.
Sua mãe, Santa Mônica, rezava e chorava por ele todos os dias. “Fica tranquila”, disse-lhe certa vez um bispo, “é impossível que pereça um filho de tantas lágrimas!” E foi sua oração e suas lágrimas que conseguiram a volta para Deus desse filho querido transviado. Eis o que pode a oração de uma mãe! Vê-se também como vale a primeira educação. Quem aprendeu na infância o caminho correto, a vida cristã, as virtudes primárias, se depois se embrenhar no vício, será muito mais fácil se converter do que aquele que não recebeu cedo os ensinamentos cristãos.
Dotado de inteligência admirável, professor de retórica, Agostinho dizia-se um apaixonado pela verdade, que, de tanto buscar, pela sua sincera retidão, acabou reencontrando na Igreja Católica: “ó beleza, sempre antiga e sempre nova, quão tarde eu te amei!”; “fizestes-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração está inquieto, enquanto não descansa em Vós!”: são frases comoventes escritas por ele nas suas célebres “Confissões”, onde relata a sua vida de pecador arrependido. Se você ainda não leu esse livro, eu o recomendo vivamente.
Levado pela mãe a ouvir os célebres sermões de Santo Ambrósio, bispo de Milão, e nutrido com a leitura da Sagrada Escritura e da vida dos santos, Agostinho converteu-se realmente, recebeu o Batismo aos 33 anos e dedicou-se a uma vida de estudos e oração. Ao ler a vida dos santos, exclamava: “O que estes e estas fizeram, por que não poderei eu fazer?!” Ordenado sacerdote e bispo, além de pastor dedicado e zeloso, foi intelectual brilhantíssimo, dos maiores gênios já produzidos em dois mil anos de história da Igreja. Escreveu numerosas obras de filosofia, teologia e espiritualidade, que ainda exercem enorme influência. Foi, por isso, proclamado Doutor da Igreja. De Santo Agostinho, disse o Papa Leão XIII: "É um gênio vigoroso que, dominando todas as ciências humanas e divinas, combateu todos os erros de seu tempo". Sua vida demonstra o poder da graça de Deus, o valor da oração das mães e a esperança que devemos ter na conversão de quem quer que seja.
Cito uma frase sua, para nossa reflexão: “Se você acredita no que lhe agrada nos Evangelhos e rejeita o que não gosta, não é nos Evangelhos que você crê, mas em você mesmo”.

Dom Fernando Arêas Rifan
Administrador Apostólico Pessoal São João Maria Vianney


Fonte: CNBB.

Convite da ordenação sacerdotal do Diác. Nairton, C. Ss. R.

Rita, Nairton, Fernando e Pe. Carlos Alberto.
No próximo dia 15 de setembro, festa de Nossa Senhora das Dores, na cidade de Piquet Carneiro-CE (Diocese de Iguatu-CE), será ordenado presbítero o Missionário Redentorista, Diácono Francisco Nairton Souza Alves, pela oração consecratória e imposição das mãos do bispo diocesano de Pesqueira-PE, Dom José Luis Salles, CSsR,
Conhecemos o Diác. Nairton nas Santas Missões Populares, em 2006, quando a Paróquia N. Sra. de Fátima, a qual pertencíamos, comemorava seus 40 anos de Missão/Evangelização Rendentorista. 
Diác. Nairton, na época seminarista, Pe. Carlos Alberto (hoje, pároco em Nazária-PI), e os leigos Fernando (Paróquia N. Sra. da Conceição, Ilha Grande do PI) e Rita (Paróquia S. Sebastião), fizeram missão em nossa comunidade.
Diácono Nairton exerceu seu diaconato temporário na Paróquia N. Sra. da Conceição, em Araioses-MA (Diocese de Brejo).
Assista o vídeo-convite de Ordenação:

Deus abençoe o Diác. Nairton, futuramente, Pe. Nairton, em seu novo ministério!

PARTICIPE DA FESTA DA PADROEIRA DE PARNAÍBA: NOSSA SENHORA MÃE DA DIVINA GRAÇA

Confira abaixo um vídeo-convite do pároco da Catedral diocesana, Pe. Antonio Soares, para a festa da padroeira diocesana de 2012 iniciada ontem, 29 de agosto e que prossegue até 8 de setembro:


Nossa Senhora Mãe da Divina Graça, rogai por nós!

Mais informações, acesse matéria relacionada, aqui!

sábado, 25 de agosto de 2012

Jesus, filho único ou primogênito?

Na manhã do domingo, dia 15 de julho, antes de deixar minha residência para celebrar a Eucaristia na catedral diocesana, liguei o televisor e, durante dez minutos, assisti ao programa do "apóstolo" Valdemiro Santiago. Ele comentava uma frase do Evangelho de João: «Na verdade, nem mesmo os irmãos de Jesus acreditavam nele» (Jo 7,5). Em dado momento, exclamou: «Há uma religião que ensina tudo errado. Ela insiste em falar que Maria era virgem. Que virgem era esta se teve, com José, pelo menos cinco filhos e duas filhas?».
Entre as «religiões que ensinam tudo errado" estaria a Igreja Católica... A meu ver, porém, já passou o tempo de os cristãos perderem tempo se digladiando. Acho mais salutar fortalecer o imenso cabedal que nos foi entregue pelo Evangelho, para, juntos, enfrentarmos as prementes necessidades por que passa a sociedade atual. Aliás, era o que também ensinava São Paulo: «Com boas ou más intenções, o que importa é que Cristo seja anunciado, e eu fico contente com isso» (Fl 1,15).
Ao falar dos vários filhos de Maria, é provável que Valdemiro Santiago se refira ao que os Evangelhos mencionam por ocasião da primeira visita de Jesus a Nazaré, depois de se haver tornado conhecido em toda a Galileia. Chegado o sábado, foi rezar na sinagoga local. Por curiosidade e em sinal de respeito, foi-lhe pedido que fizesse a leitura e dirigisse a palavra. Ele aceitou de bom grado. Estava em sua terra e lá viviam seus familiares. A recepção que recebeu, porém, não foi certamente das melhores: «De onde lhe vem tudo isso? Onde foi que arranjou tanta sabedoria? E estes milagres realizados por suas mãos? Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? E suas irmãs não moram aqui conosco?» (Mc 6,2-3).
Marcos menciona quatro irmãos e um número incerto de irmãs. Na passagem paralela, Mateus o imita: lembra os nomes dos homens, mas esquece as mulheres (Mt 13,55). João e Lucas são mais parcos ainda (Jo 7,5; Lc 4,22).
Como é notório, os judeus desconhecem o vocábulo "primo". Todos os parentes são chamados de irmãos. Ainda hoje, há idiomas que "misturam" as coisas, como faz o italiano com a palavra "nipote", que é aplicada indistintamente a sobrinhos e netos. O contexto é que explica do que se trata. Por mais vezes, Abraão se dirige a Ló com o apelativo "irmão" (Gn 13,8; 14,16), quando se sabe que era sobrinho (Gn 12,5). Nada de especial, se ainda hoje há Movimentos eclesiais, Congregações religiosas e até mesmo Igrejas Evangélicas onde seus membros são tratados de irmãos.
Jesus, então, era filho único ou o primogênito entre vários irmãos? O texto de Marcos revela que, contrariando a tradição judaica, Jesus não é chamado "filho de José", mas "o filho" - não "um filho" - de Maria. Ademais, dois nomes aqui elencados como irmãos de Jesus, mais tarde, no Calvário, são apresentados por Marcos e Mateus como primos, filhos de outra Maria: «Estavam ali algumas mulheres, olhando de longe. Entre elas, Maria Madalena e Maria, mãe de Tiago e de José» (Mc 15,40; Mt 27,56). Maria é esposa de Cléofas, provavelmente os dois discípulos que, no domingo de Páscoa, viajaram para Emaús (Cf. Jo 19,25 e Lc 24,18).
Se Jesus tivesse irmãos, não teria sido normal confiar sua mãe a eles, na hora de sua morte, ao invés de a um estranho? «Jesus, vendo a mãe e, ao lado, o discípulo predileto, disse à mãe: "Mulher, aí está o teu filho!". Depois disse ao discípulo: "Aí está a tua mãe!". Desde esse momento, o discípulo a levou para a sua casa» (Jo 19,26-27).
Mas, graças a Deus, em certo sentido - que é o mais verdadeiro, profundo e bonito - preciso concordar com Valdemiro: Jesus não é filho único de Maria. É o que assevera o Evangelho de Lucas: «Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto, e Maria deu à luz o seu filho primogênito» (Lc 2,6-7). Jesus é o primeiro dentre uma multidão de irmãos, entre os quais estamos você e eu, amigo leitor. É o que garante São Paulo: «Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem dos que amam a Deus, dos que são chamados segundo o seu projeto. Os que Deus antecipadamente conheceu, também os predestinou a serem conformes à imagem de seu Filho, para que este seja o primogênito entre muitos irmãos» (Rm 8,28-29).
Dom Redovino Rizzardo
Bispo de Dourados (MS)



QUEM PODE JOGAR PEDRAS?

Dom Redovino Rizzardo
Bispo de Dourados (MS)
Dos artigos que escrevo às sextas-feiras, poucos recebem comentários dos leitores. Na maioria das vezes, os que o fazem, mais do que elogios, expressam reticências. Normalmente, elas partem de pessoas que – tudo leva a crer – não integram as fileiras da Igreja Católica, ou alimentam reservas a seu respeito. De minha parte, devo ter a humildade de aceitar também as críticas, não apenas porque me ajudam a ampliar meus horizontes culturais, mas também porque, como diz a sabedoria popular, quem escreve o que quer, ouve o que não quer!
Foi o que aconteceu também com o artigo que publiquei no dia 13 de julho, sob o título: “Não façais da religião um mercado!”.
As palavras mais iradas vieram de Marcelo R. Para ele, a Igreja Católica não deveria se pronunciar sobre temas éticos, já que seu passado deixa muito a desejar: «Fala sério, meu caro Dom Redovino! Quem é a igreja católica para falar sobre comércio? Lembra das indulgências e do período das inquisições, onde os pobres eram obrigados a aceitar o cristianismo sob pena de serem mortos? Os infelizes tinham que dar suas poucas moedas de ouro para a “santa igreja” enviar a alma dos entes queridos falecidos para o céu? A religião católica é diretamente responsável pelo atraso tecnológico, econômico e cultural do mundo! Devolva as riquezas saqueadas mundo afora pela igreja! Faça a cúpula do catolicismo comer arroz e feijão! Quanto às outras religiões, realmente devo concordar: são mercantilistas e extorsionárias como vocês!».
Na verdade, se nos prendêssemos aos erros do passado, seriam poucas as pessoas, instituições e nações a quem se poderia conceder a palavra! Não a teriam os portugueses e os espanhóis, pela violência cometida contra os autóctones da América Latina. Não a teriam os índios, pelo canibalismo praticado contra os inimigos e pela multidão de crianças sacrificadas aos deuses ou por terem nascido defeituosas. Não a teríamos nós, brasileiros, pelo morticínio, inclusive de meninos, perpetrado contra os paraguaios durante a guerra da Tríplice Aliança (1864/1870). Não a teria a Turquia, pelo genocídio do povo armênio, levado adiante de 1915 a 1917. Não a teria o povo alemão, pelo silêncio que guardou durante a 2ª Guerra Mundial (1939/1945), enquanto Hitler e o nazismo massacravam os judeus. Não a teriam os bandeirantes, pela destruição das Reduções e pelas dezenas de milhares de índios que escravizaram. Não a teriam os nordestinos e os gaúchos, pelo desmatamento operado no Mato Grosso do Sul (Estado onde resido).
Mas, vale a pena insistir na lista para detectar culpados? Numa história da humanidade marcada por injustiças e preconceitos, temos o direito de avaliar o passado com critérios de hoje? Se assim agirmos, como nos julgarão os habitantes do planeta Terra daqui a 200 anos? O passado e o presente – não quero prever o futuro – são marcados por luzes e sombras. É o que acontece também na Igreja: sendo composta de pessoas humanas, em seu seio os santos e os pecadores convivem lado a lado.
Concordo com o Marcelo ao afirmar que a Igreja deveria ter sempre praticado o que prega. Isso, porém, vale para todos, até para ele: não o conhecendo pessoalmente, não sei qual é a sua atuação por um mundo mais justo e solidário. «Quem estiver sem pecado jogue a primeira pedra!» (Jo 8,7), disse Jesus a quem, julgando-se acima e melhor do que os outros, os condena sumariamente. Se foram uma multidão os cristãos que erraram no passado – e continuam errando no presente – são também uma multidão os que se dedicaram – e continuam se dedicando – à promoção da cultura, da saúde, da justiça, da paz  e da fraternidade e à defesa da dignidade humana. É por isso que são também uma multidão os que perderam e perdem a vida, perseguidos por quem se sente questionado por uma Igreja que, como Jesus, será sempre «sinal de contradição» (Lc 2,34): para uns, tábua de salvação; para outros, pedra de tropeço.
O que realmente importa é converter-se ao «amor, que apaga uma multidão de pecados» (1Pd 4,8), repara os erros do passado, dá esperança à humanidade e enternece o coração de Deus: «Haverá no céu maior alegria por um só pecador que se converte do que por noventa e nove pessoas que, por se considerarem corretas, julgam não precisar de mudança» (Lc 15,7).

Fonte: CNBB, 24/08/2012

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Quem foi São Bernardo de Claraval? Conheça aqui...

Hoje, a Igreja celebra o “dies natalis” do santo Doutor Bernardo de Claraval. Reconhecendo a sua doutrina, o papa Pio VIII, em 1830, o proclamou como 16º Doutor da Igreja. Bernardo, nasceu no ano de 1090 em Borgonha (França). Cedo entrou no monastério (Abadia de Cister). Foi um grande homem de fé! 
Faleceu em 20 de Agosto de 1153 e em 18 de junho de 1174  foi canonizado pelo papa Alexandre III.
Sobre esse grande santo de nossa Igreja, leia uma Catequese de Sua Santidade o papa Bento XVI, felizmente reinante, proferida em na Praça São Pedro, AQUI.
Lei também uma Carta Encíclica “Doctor Mellifluus” do Servo de Deus papa Pio XII por ocasião do 8º centenário da morte de S. Bernardo, AQUI.

Grande devoto de Nossa Senhora, veja o que ele falou em seus sermões sobre a perpétua virgindade de Maria e sobre sua intercessão lá no Céu:

"Deus quis que nada recebêssemos que não passe pelas mãos de Maria".

"Tal é a vontade daquele, que quis que nós tudo tivéssemos por meio de Maria".

"...Chama-se estrela do mar, e o nome é bem apropriado à Virgem Mãe. Ela na verdade é comparada muito justamente a uma estrela; porque assim como a estrela emite os seus raios, sem se corromper, assim também a Virgem dá à luz o seu Filho sem lesar a sua integridade. Os raios não diminuem a claridade à estrela, nem o Filho à Virgem a sua integridade. Ela é, portanto, aquela nobre estrela que nasceu de Jacó, cujos raios iluminam todo o universo, cujo esplendor brilha no céu e penetra no inferno... É ela, digo, a estrela preclara e exímia, erguida necessariamente sobre este grande e largo mar, que ilumina com os seus méritos e ilustra com seus exemplos. Oh! tu, quem quer que sejas, que te vês mais flutuar à mercê das ondas neste mundo em tempestade do que andar sobre a terra; não tires os olhos do fulgor dessa estrela, se não queres ser submergido pelas tempestades. Se se levantarem os ventos das tentações, se topares nos escolhos das tribulações, olha para a estrela, invoca Maria. Se fores arremessado pelas ondas da soberba, da ambição, da murmuração e da inveja: olha para a estrela, invoca Maria. Se a ira, a avareza ou as atrações da carne sacudirem a barquinha da alma: olha para Maria. Se, perturbado pela enormidade do pecado, cheio de confusão pela fealdade da consciência, cheio de medo pelo horror do juízo, começares a ser devorado pelos abismos da tristeza e do desespero: pensa em Maria. Nos perigos, nas aflições, nas incertezas, pensa em Maria, invoca Maria. Que ela não se afaste da tua boca nem do teu coração; e para obter o auxílio da sua oração, nunca deixes o exemplo da sua vida. Se a segues, não te podes perder; se a invocas, não podes desesperar; se pensas nela, não te podes enganar. Se ela te ampara, não cais; se te protege, não tens que temer; se te guia, não te cansas; se te é propícia, chegas ao fim...".

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Instalada a Paróquia de N. Sra. da Assunção, em Camurupim

Na manhã de hoje, 15 de agosto aconteceu a solene instalação da 28ª paróquia da Diocese sob a invocação de NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO no povoado de Camurupim, no município de Luís Correia-PI. O território da nova paróquia foi tirada da atual paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Luis Correia e conta com 39 capelas espalhadas tanto no município de Luís Correia como no município de Cajueiro da Praia-PI. 
Na ocasião tomou posse como primeiro pároco o Revmo. Pe. Egilson dos Santos Araújo. 
Participaram da solene concelebração eucarística com o bispo diocesano Dom Alfredo Scháffler, o chanceler da Cúria - Pe. Francisco Assis Soares, Pe. Henrique Hegemann - pároco da Paróquia N. Sra. da Conceição de Luis Correia, Mons. Lotário Weber, vigário em Cajueiro da Praia, Pe. Antônio Soares – pároco da Catedral de N. Sra. da Graça, Pe. Francisco José Carvalho - vigário em Ilha Grande do Piauí, Pe. Eduardo Furtado - Reitor do Seminário Menor em Parnaíba. 
Foi uma festa linda vendo com quanto carinho o novo pároco foi acolhido pelo seu povo. 
A multidão do Povo de Deus que se fez presente não coube na nova Igreja matriz. Depois da celebração aconteceu ainda uma confraternização com todos os participantes.
Há exatos dois anos, Dom Alfredo instalou a 26ª paróquia da Diocese - a Paróquia de S. Antônio de Santana Galvão, no Conj. Joaz Souza, Parnaíba. A 27ª paróquia foi instalada à 12 de dezembro de 2010  no bairro Planalto de Montesserrat, em Parnaíba - a Paróquia de Santa Luzia.

sábado, 11 de agosto de 2012

Dom Orani: O Pai e a Família

Neste domingo celebramos o Dia dos Pais! Dentro da comunidade família, o pai é chamado a viver o seu dom. Os pais são planos de Deus para a família. Esta comemoração, que veio através da sociedade civil, nos ajuda a valorizar no âmbito religioso a vida familiar. Apesar da exploração comercial deste dia, a Igreja no Brasil, neste mês vocacional, recorda a vocação à vida em família. Por isso mesmo começamos a viver também nesse dia a Semana Nacional da Família.
Hoje, ultrapassamos a ideia do chamado pai provedor, enquanto ele é capaz de trabalhar, até arduamente, para abrigar sua família, colocar comida na mesa e pagar as contas no final do mês. A paternidade começa no compromisso de vida do marido para com sua esposa, baseando-se no amor desinteressado e generoso. 
Os filhos e filhas devem reconhecer no pai a presença do amor, da escuta e do apoio oportuno para o seu crescimento, para se tornarem pessoas com conhecimento dos seus direitos e responsabilidades; o apoio para alcançar a auto-estima, a autêntica autonomia e independência e também para compartilhar e celebrar os seus sucessos, e dar conforto quando confrontado com o fracasso.
O que conta para o cristão é a forma como o Pai orienta seus filhos para Jesus Cristo, e qual o papel de modelo de fidelidade de valores ele realmente quer apresentar no seio de sua família. 
Neste sentido, o pai é chamado a assegurar o desenvolvimento harmonioso e de união entre todos os membros da sua família. Deve partilhar com a esposa a formação dos filhos. 
Podemos afirmar que a paternidade é própria de uma verdadeira espiritualidade da família. Deus é a fonte da vida e do amor em que a família vive no mundo de hoje. O saudoso Papa Paulo VI já nos recordava na Encíclica Humanae Vitae que o casamento “não é efeito do acaso ou do produto da evolução de forças naturais inconscientes: é uma instituição sapiente do Criador para realizar na humanidade o seu desígnio de amor (HV 8). 
Daí que, na missão de pai, este é convidado a frutificar e ter a vida ao máximo, exercendo sua função específica biológica e psicológica no contexto da família. 
Poderíamos dizer que a missão do Pai é uma vocação, em última instância, do próprio matrimônio. Este significa, antes de tudo, a união de uma pessoa com todos os seus valores e tudo o que deve representar a medida de sua própria dignidade. Todo homem e toda mulher deve doar-se mutuamente em dom sincero de si, através das expressões de sua masculinidade e de feminilidade, o que transpassará certamente para o seu relacionamento com os filhos que virão de sua união.
A família é sempre desafiada com variados problemas urgentes, que são, na verdade, provocados pelas tendências de sua secularização.
Neste contexto, surge o conceito de Pai como serviço no amor. Novamente nos adverte Paulo VI: “na tarefa de transmitir a vida, os pais não são livres para procederem à vontade, como se pudessem determinar, de forma totalmente autônoma, as vias honestas a seguir, mas devem conformar a sua atividade de acordo com a intenção criadora de Deus, expressa na própria natureza do matrimônio e de seus atos”.
A criança não pode exercer certas fases de sua maturidade psicológica sem a ajuda paterna, que a ajude a ousar e a enfrentar as adversidades da vida. O pai educa principalmente pela sua conduta pessoal, que consigo também carrega os seus variados aspectos da masculinidade do ser humano. Os filhos e filhas olham para a figura paterna muito mais do que apenas como uma extensão de seus conhecimentos limitados. Olham para seus gestos, suas expressões e para o seu testemunho. Procuram neste um valor e um sentido de suas vidas, que encontrarão, certamente, na realidade das coisas, na vida que se apresentará diante deles, um dia. 
Em suma, a paternidade é um “link” para as consciências dos filhos, que os orienta na condução moral e nos princípios éticos de suas existências.
Roguemos, hoje, a São José, como modelo de pai que abraçou por inteiro as suas responsabilidades, ressaltando a sua firmeza e sua perseverança, confiando sempre em Deus e no seu plano. Quantos pais estão diante das frustrações da procura por emprego, ou de desejo de dar o melhor pela sua família, sem poder fazê-lo! 
São Bento, grande mestre da espiritualidade, diz que o abade de um mosteiro tem que mostrar a atitude dura de um mestre e a ternura de um pai. O mesmo deveria se aplicar aos pais de família. Devem ser tanto carinhosos com seus filhos, enquanto agem com firmeza em sua educação. 
Que a Semana Nacional da Família, ecoando o tema do Encontro Mundial das Famílias com o Papa, neste ano, em Milão, “A família, o trabalho e a festa” nos ajude a apresentar a beleza da vida em família cristã que procura ouvir a voz de Deus e colocar em prática a Sua Palavra. 
Eis um belo momento de apresentar ao mundo a importância e a necessidade das famílias cristãs e a proposta de sua presença na sociedade!

† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Conheça o calendário do Ano da Fé

“Reforçar os alicerces espirituais de todas as comunidades” – este é um dos auspícios do presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização para o Ano da Fé, que a Igreja Católica vai celebrar entre 11 de outubro próximo e 24 de novembro de 2013. (Cf. Carta Apostólica "Porta Fidei" do papa Bento XVI)
Em artigo publicado no jornal vaticano “L’Osservatore Romano”, o Arcebispo Dom Rino Fisichella defende que o evento deverá assinalar a “grandeza do crer” e mostrar ao mundo “os motivos” que estão por trás da fé em Cristo: “A fé deve ser repensada e vivida” e não pode se limitar a uma “monótona repetição de fórmulas ou celebrações”. Na base de toda a ação católica deve estar a convicção, a escolha consciente, “sustentada por um confronto com a verdade sobre a própria vida” – continua, concluindo que “saber explicar isso permite aos fiéis serem novos evangelizadores num mundo que se transforma”.
Idealizado pelo Papa Bento XVI para assinalar o 50º aniversário do Concílio Vaticano II (1962-1965) e relançar o anúncio do Evangelho na sociedade contemporânea, o Ano da Fé é visto pela Igreja Católica como uma oportunidade de levar as pessoas a “encontrarem-se com a pessoa viva de Jesus Cristo que muda e transforma a vida”.
A primeira atividade associada ao Ano da Fé será uma edição da iniciativa “Pátio dos Gentios” em Assis, Itália, no dia 6 de outubro. Com tema “Deus, esse desconhecido”, o encontro entre crentes e não crentes antecipará a abertura oficial do Ano.
Na sequência, de 7 a 28 de outubro, haverá a Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos sobre “Nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. No dia 11, Bento XVI presidirá a solene abertura do Ano da Fé na Praça São Pedro, ao lado dos participantes do Sínodo e dos presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo.
Quinta, dia 12 de outubro, a Igreja de Jesus, no centro de Roma, vai hospedar uma sessão cultural e artística sobre “A fé de Dante”. Será apresentado o canto XXIV do Paraíso da Divina Comédia, que descreve a profissão de fé do poeta italiano.
Domingo 21 de outubro, Bento XVI canonizará seis mártires e testemunhas da fé: um missionário jesuíta mártir em Madagascar; um catequista leigo, martirizado nas Filipinas; um padre testemunha da fé na educação dos jovens; uma religiosa que testemunhou a fé no leprosário da ilha de Molokai; uma outra religiosa, espanhola; uma leiga indiana convertida à fé católica; e uma leiga da Baviera, testemunha do amor de Cristo no leito de sofrimento. 
De 20 de dezembro até maio seguinte, haverá no Castelo Santo Ângelo uma exposição sobre o Ano da Fé. Em 2013, nos dias 25 e 26 de fevereiro, em Roma um congresso internacional debaterá o tema “São Cirilo e São Metódio entre os povos eslavos”.
Em 18 de maio, a vigília de Pentecostes será presidida pelo Papa com a participação dos Movimentos eclesiais. No dia 2 de junho, Corpo de Deus, o Papa presidirá a solene adoração eucarística e em todo o mundo, nesse mesmo dia, dioceses, paróquias e outras comunidades são convidadas a promover adorações. Em 22 de junho, um grande concerto na Praça de São Pedro vai celebrar o Ano da Fé. 
Logo depois, a Jornada Mundial da Juventude, de 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro, prevê a participação do Papa. Dia 29 de setembro, Jornada dos Catequistas, Bento XVI recordará 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica. 
Em 13 de outubro de 2013, o Papa presidirá uma celebração em honra de Nossa Senhora, com a participação das associações marianas, e no dia 24 de novembro, está marcada a celebração conclusiva do Ano da Fé.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

COMISSÃO PARA A VIDA E A FAMÍLIA DIVULGA CRITÉRIOS PARA A PARTICIPAÇÃO POLÍTICA DOS CRISTÃOS

As eleições municipais se aproximam e, com elas, um dos mais importante exercício de cidadania, o voto. Por isso a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, a partir da orientação apresentada pela Doutrina Social da Igreja, apresenta aos membros das famílias brasileiras, em especial as católicas, alguns critérios de vida e família na escolha dos candidatos.
A partir da tarefa específica de orientar os cristãos para julgar a situação social, política e econômica no qual estão inseridos, no texto a seguir composto pelo presidente da Comissão, dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA), são descritos critérios para a participação política dos cristãos, necessários para a escolha dos candidatos para as próximas eleições. 
Leia o texto na íntegra:

Eleições Municipais - 2012

1. A promoção da família
A família é o primeiro lugar no qual a pessoa tem a possibilidade de crescer, realiza sua humanidade, encontra terreno para o seu pleno desenvolvimento. A família nasce da liberdade das pessoas e corresponde ao desígnio de Deus. O amor humano, vivido na plena reciprocidade de afetos e de responsabilidade, alcança sua plenitude quando se funda no sacramento do matrimônio e dá vida a um vínculo entre o homem e a mulher que se amam, que tem dimensão pública, estável, fiel, é aberto a gerar vida e a acolhê-la, protegido pela indissolubilidade, alimentado pela presença de Jesus Cristo morto e ressuscitado. A família expressa a maior cooperação entre os sexos e entre as gerações, pois seus membros vivem o dom sincero de si até com sacrifício próprio para o bem do outro, imitando Jesus que se doa a nós até o fim, experimentando a mais intensa comunhão entre pessoas, conforme a imagem da Santíssima Trindade. Por isso, a família difunde no seu interior e ao seu redor um clima de cuidados e de solidariedade, constituindo assim o maior recurso para a pessoa e para a sociedade. A Igreja se preocupa com a forte tendência da cultura atual que não mais valoriza o dom de si para o bem do outro, antes, dá o privilégio ao bem estar individual, até mesmo com sacrifício de outros, como documenta a decisão do STF que privilegia o bem estar da mãe, sacrificando a vida do seu bebê portador de anencefalia. Esta tendência transborda os limites jurídicos, torna-se mentalidade comum e está na origem da maioria dos conflitos familiares, das agressões, das violências, do descaso. A família constrói um estilo de vida que promove a solidariedade e a paz, e isto é de interesse  de toda a sociedade. Por isso, ela merece ser protegida e não descaracterizada pelo Estado como acontece quando qualquer união com base afetiva é a ela equiparada, mesmo faltando as características que a identificam.

2. A liberdade de educação
É o princípio que afirma a liberdade dos pais de educarem os filhos na visão que, a seu juízo, mais desenvolve a pessoa humana. Trata-se da defesa da liberdade para todos. Todos têm o direito de fazer crescer os filhos dentro de uma determinada visão que contém una riqueza de valores, de cultura e de perspectivas de desenvolvimento. Quando escolas públicas ou privadas se arrogam o direito de dar uma “formação” contrária aos interesses dos pais, como no caso de equívocas orientações no campo da sexualidade, os pais têm o direito garantido pela Constituição e o dever de reivindicar com todos os meios legais que seja respeitada a educação que eles querem para seus filhos. Os católicos, defendendo a liberdade de educação prestam serviço a todos os pais. Trata-se de uma luta pela afirmação e pelo desenvolvimento de uma identidade cultural que constitui, juntamente com outras identidades, o tecido do povo. O verdadeiro pluralismo democrático consiste na convivência de várias identidades culturais, no respeito pela diversidade.

3. A liberdade religiosa
É a síntese de todas as liberdades e afirma o Estado laico como verdadeiramente democrático quando respeita todas as identidades, sem o viés autoritário que quer eliminar algumas. Quando essa liberdade é reconhecida, a pessoa é respeitada em sua prioridade. É um princípio que garante à pessoa a possibilidade de seguir o caminho que considera mais oportuno para realizar seu destino. Por isso a Igreja se empenha pela liberdade de todas as experiências religiosas. Um Estado que reconhece a liberdade religiosa, defende todas as outras liberdades, porque respeita o que dá sentido à vida do outro. No contexto da liberdade religiosa, torna-se de fundamental importância o ensino religioso nas escolas públicas. Os adolescentes constituem o segmento da população que vive em mais alto risco, pois eles se encontram numa situação em que não estão mais sob a autoridade dos pais e ainda não dispõem de maturidade suficiente para orientar autonomamente suas vidas para o bem. A ausência de grandes ideais e valores os deixa vulneráveis a propostas portadoras de destruição e morte. O ensino religioso é o caminho para que sejam ajudados a crescer tendo metas e objetivos positivos para a existência e a elaborar um projeto de vida construtivo de sua pessoa e do bem para a sociedade.

4. Os princípios de solidariedade e de subsidiariedade
O princípio de solidariedade fomenta uma cultura na qual as pessoas, as famílias as associações, o mercado e Estado ficam atentos aos desfavorecidos e cooperam entre si para atender suas necessidades. Desde a Rerum novarum até a Centesimus annus e a Caritas in Veritate, o juízo da Igreja é que a atenção de toda a sociedade esteja voltada para oferecer oportunidades de trabalho e fontes de subsistência a pessoas e grupos menos favorecidos, numa autêntica opção preferencial aos pobres. Os documentos da Igreja afirmam que fortalecer a solidariedade e agir de acordo com ela é uma obrigação do Estado (cf. Laborem exercens, n° 8).
O princípio de subsidiariedade foi expresso claramente na Quadragesimo anno, de Pio XI (1931). Afirma-se que o estado deve respeitar as competências prioritárias das pessoas, das famílias e dos grupos intermediários. Uma realidade maior (o Estado) não pode se substituir ao que deve e ao que pode fazer uma realidade menor (as famílias e agregações sociais intermediárias, outros organismos). Ao lado da família, desenvolvem-se agregações e entidades intermediárias, por exemplo, as associações de famílias; trata-se de conjuntos de pessoas e famílias que têm em comum uma visão da realidade e objetivos concretos. A sociedade não é feita de gente anônima, mas de pessoas que enfrentaram junto desafios, calamidades, quer naturais, quer sociais e políticas (inundações, secas, miséria e fome, restrições das liberdades democráticas) que têm laços de cultura, de religião, com valores e metas partilhados que remetem à experiência de povo, configuram o pertencer ao povo. Se uma coisa pode ser feita pela família ou por esses corpos intermediários, o Estado não deve se colocar no lugar deles e, ao mesmo tempo, deve subsidiar esses grupos para que sejam facilitados em suas responsabilidades. Este princípio é a maior garantia contra toda forma de totalitarismo. O princípio de subsidiariedade é contrário tanto ao estatalismo (o Estado sabe tudo, faz tudo, resolve tudo) quanto ao Estado liberal que não se interessa em cuidar das necessidades do povo. O princípio da subsidiariedade valoriza a criatividade, a comunhão e a participação das pessoas. Na Doutrina Social da Igreja, a função do Estado é de promover o "Bem Comum" oferecendo os meios para o desenvolvimento das pessoas e das agregações sociais que nascem das pessoas.

Considerações
Com estas observações indicamos alguns pontos de reflexão e conduta para não ficarmos passivos diante das circunstâncias sociais e políticas e para julgarmos, segundo a Doutrina Social da Igreja, o que está acontecendo na realidade brasileira. O fazer política não começa quando se entra nas questões partidárias ou técnico-fïnanceiras, mas quando se vive de acordo com valores e critérios que nascem da experiência de pertencer ao Ideal e a um povo concreto, alternativos aos interesses do mercado e aos jogos de poder do Estado.
A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família convida todas as famílias a votarem em candidatos que comungam e promovem a vida e a família, e ainda, incentiva o empenho de todos na aplicação da Lei 9.840, de combate à corrupção eleitoral, bem como da Lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de quem já foi condenado, em primeira instância, por um colegiado, ou que tenha renunciado a seu mandato para escapar de punições. O Brasil que queremos é feito de cidadãos que se empenham pela justiça e fraternidade. Como famílias dos filhos de Deus e com as bênçãos da Sagrada Família, façamos das próximas eleições um grande momento de promoção da vida e da família.

Fonte: CNBB. - 8/8/2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Aconteceu a ordenação e primeira missa do neo-sacerdote Pe. Francisco José

Na noite do último sábado, 4 de agosto, memória litúrgica de S. João Maria Vianney, padroeiro dos padres, na Catedral de N. Sra. Mãe da Divina Graça, com a presença de vários fiéis, foram ordenados presbíteros (padres) para a Santa Madre Igreja, pela imposição das mãos do nosso bispo diocesano, dom Alfredo Scháffler, os então diáconos Luis Gomes (natural de Pedro II), Francisco José (de Parnaíba) – sacerdotes incardinados em nossa Diocese de Parnaíba e, Valmir Manoel natural de Pedro II) – congregado no P.I.M.E. (Pontifício Instituto de Missões Exterior), por isso irá em missão para a África.
Dom Alfredo anunciou que o Pe. Luis Gomes será vigário cooperador na Paróquia N. Sra. de Fátima, em Parnaíba e Pe. Francisco José será vigário cooperador na Paróquia N. Sra. da Conceição, em Ilha Grande do Piauí – ou seja, irão continuar nas paróquias que fizeram o diaconato. 
Pe. Francisco José Carvalho
Como a família do neo-sacerdote Pe. Francisco José (Dedeca), reside no Conj. Joaz Souza, em Parnaíba, na noite de ontem, 5 de agosto, 18º Domingo do Tempo Comum, ele celebrou sua primeira missa em nossa Igreja Matriz paroquial de S. Antônio de S. Galvão - Frei Galvão. Antes da missa, porém, o neo-sacerdote foi acolhido por fiéis na entrada do Conj. Joaz Souza e veio em cortejo à matriz ao som da banda de música da cidade de Luis Correia. Ao dar entrada na matriz foi acolhido com calorosa salva de palmas e em seguida rezou-se o Santo Rosário. 
Por volta das 19h30 deu-se início a solene 1ª missa do neo-sacerdote “Pe. Dedeca” que contou com a presença de inúmeras pessoas: familiares, amigos do bairro onde morava, fiéis vindos de toas as comunidades da Paróquia Fr. Galvão, padres que o ajudaram na caminhada vocacional, colegas de seminário, amigos vindos da cidade de Itapecerica da Serra (SP) onde estudou o Seminário Maria Mater Ecclesiae e uma caravana de fiéis vindos da Ilha Grande do Piauí onde ele será vigário.

Pe. Vicente, pároco de Fr. Galvão acolheu e agradeceu, em nome da paróquia, a presença de todos e de modo especial do neo-sacerdote. Pe. Eduardo Furtado, reitor do Seminário Menor João Paulo II (Parnaíba) foi quem fez a homilia destacando a descoberta vocacional do novo padre. 
Ao final da missa, o novo padre agradeceu a todos que rezaram por ele e organizaram as celebrações. Após a missa todos se dirigiram ao Ginásio Poliesportivo Carlos Furtado de Carvalho onde o neo-sacerdote foi recepcionado pela comunidade e se fez uma belíssima confraternização com apresentação de vídeos, danças, entre outras. 
Parabéns, Pe. Francisco José! Que Jesus Cristo, o Bom Pastor, sempre lhe dê forças para seres um pastor conforme o seu Coração! 
Parabéns a todos nós diocesanos, porque ganhamos mais um padre, aliás dois: Pe. Dedeca e Pe. Luis Gomes! 
Parabéns, ao Pe. Luis Gomes que o Senhor o proteja nessa nova fase de vida! Parabéns ainda ao Pe. Valmir, que partirá em missão, desejamos-lhe também muita paz na caminhada! 

Facebook de paroquianos de Frei Galvão.

domingo, 5 de agosto de 2012

Sábado ou Domingo? A questão dos Adventistas

Resposta aos protestantes: a questão do sábado como dia de guarda.
“O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado; de modo que o Filho do Homem é senhor até do sábado” (Marcos 2, 27).
O Ano litúrgico cristão-católico
“Portanto, ninguém vos julgue por questões de comida e de bebida, ou a respeito de festas anuais ou de sábados, que são apenas sombra de coisas que haviam de vir, mas a realidade é o Corpo de Cristo” (Colossenses 2, 16). O que prova que o sábado não é intocável, pois existem coisas superiores ao sábado.
Alguns adventistas procuram impugnar esse trecho de S. Paulo argumentando que “sábados” se refere aos ‘descansos', como a páscoa, pentecostes, etc. Todavia, o “Sábado“, dia de guarda, fazia parte dos “sábados“. O apóstolo apenas reforça o que foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo, tornando sem efeito o argumento adventista.
A ordem de observar o sábado era rigorosamente cumprida pelos Judeus. Aliás, foi no sábado que eles saíram do Egito rumo à Terra prometida.
O primeiro dia da semana judaica, posterior ao sábado, quando Cristo ressuscitou, tornou-se o dia de culto dos cristãos ou o dia do Senhor. No ano de 57/58, por exemplo, em Trôade, na Ásia Menor, os cristãos se reuniam no primeiro dia da semana, conforme At 20, 7, para celebrar a Eucaristia. Em 1Cor 16, 2, S. Paulo recomenda aos fiéis a coleta em favor dos pobres no primeiro dia da semana – o que supõe uma assembleia religiosa realizada naquele dia.
O Domingo é o dia dedicado à glorificação do Senhor vitorioso sobre a morte, tomou adequadamente o nome de “Kyriaké heméra“, dia do Senhor (ou, propriamente, dia imperial), como se depreende de Ap 1, 10: “Fui arrebatado em espírito no dia do Senhor“. O grego “Kyriaké heméra” deu em latim “Dominica dies“, donde, em português, dominga ou domingo.
Pode-se crer que a celebração do domingo tenha tido origem na própria Igreja-mãe de Jerusalém, pois os apóstolos estavam reunidos no 50º dia (Pentecostes), que era domingo, quando receberam o Espírito Santo (At 2, 1-3). Este quis se comunicar não num sábado, como Cristo também não quis ressuscitar num sábado, mas no dia seguinte, domingo. O dia da ‘santificação’ de sua Igreja foi o domingo e não o sábado.
Agora, um outro problema. Qual é o sétimo dia? A palavra ‘sábado’ não exprime o dia determinado da semana, mas, em hebraico, quer dizer: cessação, repouso (Shabath). Quando deve ser este dia de repouso? Deus nunca determinou. O que ele quer é que, após seis dias, o sétimo lhe seja consagrado.
Da lei antiga, distinguem-se quatro espécies de preceitos: o dogma, a moral, as cerimônias e as leis nacionais.
Destes preceitos, só permanecem, com o advento do Novo Testamento, o dogma, completado por Nosso Senhor Jesus Cristo, e a moral, aperfeiçoada por ele.
Quanto as cerimônias, elas eram figurativas, e as figuras desaparecem diante da realidade. As cerimônias da Igreja substituem suas pré-figuras (ver Hb 4, 3-11). As leis nacionais também já não mais se aplicam.
Outro argumento de alguns estudiosos: na semana judaica, a contagem dos dias começa na primeira-feira e não na segunda-feira, sendo o sétimo dia a nossa sexta-feira e o sábado, o nosso domingo.
Mas, ainda que fosse o sábado o sétimo dia, a Igreja teria o poder de alterá-lo, não sendo ele, como demonstrado, superior ao “Corpo Místico de Cristo” (Colossenses 2, 16). O próprio Deus encarnado concedeu este poder à sua Igreja: “Tudo o que ligares na terra, será ligado no Céu e tudo o que desligares na terra, será desligado no Céu". São palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo aos seus discípulos.
Examinemos agora um pouco a história: desde o século II, há depoimentos que atestam a celebração do domingo tal como foi instituída pelos apóstolos, conscientes do significado da ressurreição de Cristo. Assim Santo Inácio de Antioquia (+110, aproximadamente) escrevia aos Magnésios: “Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas, chegaram à nova esperança, não observando mais o sábado, mas vivendo segundo o dia do Senhor, dia em que nossa vida se levantou mediante Cristo e sua morte” (9, 1)
O Catecismo dos Apóstolos, chamado de ‘Didaqué‘, escrito no primeiro século de nossa era, também prescreve, em seu artigo XIV: “Reúnam-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro.”
Em meados do século II, encontra-se o famoso depoimento de S. Justino, escrito entre 153 e 155: “No dia dito do sol, todos aqueles dos nossos que habitam as cidades ou os campos, se reúnem num mesmo lugar. Lêem-se as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas… Quando a oração está terminada, são trazidos e vinho e água… Nós nos reunimos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia, aquele em que Deus transformou as trevas e a matéria para criar o mundo, e também porque Jesus Cristo Salvador, ressuscitou dos mortos nesse dia mesmo” (I Apologia 67, 3. 7).
Nessa passagem, S. Justino atesta a celebração da Eucaristia no domingo. Chama-o “dia do sol” porque se dirige a pagãos; faz questão, porém, de lembrar que tal designação é de origem alheia, não cristã: “no dia dito do sol“.
O fato do Imperador Constantino ter preceituado, em 321, certo repouso “no venerável dia do sol” não quer dizer que ele tenha introduzido a observância do dia do Senhor entre os Cristãos; esta, como vimos, data da época dos apóstolos, tendo sido apenas patrocinada por Constantino, desde que se tornou cristão.

P.S.: Mais informações do ensinamento da Santa Igreja sobre o Domingo, leia o Catecismo da Igreja Católica e a Carta Apostólica "DIES DOMINI" do bem-aventurado papa JOÃO PAULO II SOBRE A SANTIFICAÇÃO DO DOMINGO.

sábado, 4 de agosto de 2012

Dia do Padre: a Igreja comemora São João Maria Vianney

João Batista Maria Vianney, conhecido e amado como o Cura D’Ars, inicialmente, padroeiro de todos os párocos (proclamado por Pio XI). A partir de 2010, no Encerramento do Ano Sacerdotal (2009-2010), foi proclamado pelo papa Bento XVI como padroeiro de todos os padres! 
Nasceu em Dardilly, França, em 1786 e, ao entrar no seminário, principalmente na época dos estudos de filosofia e de teologia, começou a sentir as dificuldades no aprendizado. Isso causou apreensão nos formadores já que ele se destacava pela piedade. 
O Vigário Geral quando soube das dúvidas ocasionadas pelas dificuldades de aprendizado, não teve dúvida e disse: “Um modelo de piedade? Então eu o promovo e a graça de Deus fará o resto.”
Em 1815 foi ordenado sacerdote, mas impedido de ouvir confissões. Julgavam-no incapaz de orientar as pessoas. Mais tarde, foi destinado a Ars como vigário e , em seguida, Cura (pároco). O local era muito pobre, onde 230 pessoas moravam em casas com teto de palha. Aí, nesse ambiente, Vianney despontou como o grande confessor, orientador de pessoas e pastor.
Sua presença transformou o lugar em ambiente devoto. O pároco continuou pobre, com sua simplicidade e sincera bondade e generosidade. Sua fama atraiu peregrinos de várias continentes que iam a Ars para ouvir suas homilias, confessar-se e receber orientações. Morreu em 4 de agosto de 1859, com 73 anos de idade. Foi canonizado em 1925 por Pio XI.
Dada a sua grande importância para a Igreja, o Beato papa João XXIII no centenário do seu dies natalis dedicou-lhe uma carta encíclica "SACERDOTII NOSTRI PRIMORDIA"; leia-na, AQUI. No sesquicentenário de sua morte, o papa Bento XVI convocou um Ano Sacerdotal (leia a carta convocatória, AQUI.
Queremos aproveitar a ocasião para parabenizar nesse dia o nosso pároco, Pe. Vicente Gregório de Sousa Filho e também alguns padres diocesanos que comemoram aniversário de ordenação nesta data:
Foto: Blog Divulgando o Evangelho
Pe. Evandro Alves (Pároco da Paróquia São Gonçalo - Batalha), Marcelino (Pároco da Paróquia N. S. dos Remédios - Buriti dos Lopes), Ronaldo (Pároco da Paróquia N. S. da Conceição - Pedro II), Roberto (Vigário da Paróquia N. S. da Conceição - Luís Correia ), Antônio Soares (Pároco da Catedral - Paróquia N. S. da Graça - Parnaíba), Eduardo (Vigário na Catedral).

Adaptado de: Rádio Vaticano.
Diocese de Parnaíba.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Participe da Festa da Padroeira Diocesana-2012

Foi divulgado nesta quinta-feira, o cartaz e o convite da Festa da Padroeira da Diocese de Parnaíba, Nossa Senhora Mãe da Divina Graça,  a acontecer de 29 de agosto a 8 de setembro de 2012. (Clique nas imagens para ampliar!)

Participe de mais uma festa em honra à Mãe de Deus!

Fonte: Blog da Catedral de Parnaíba.

Cartaz e subsídio do Dia Nacional da Juventude 2012 são divulgados

Clique no Cartaz e baixe o Subsídio!
O cartaz oficial e o subsídio do Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2012 foram lançados nesta quarta-feira, dia 1º de agosto. O tema do DNJ deste ano é "Juventude e Vida" e o lema "Que vida vale a pena ser vivida?".
O cartaz deste ano foi escolhido pelos membros da Coordenação Nacional de Pastoral Juvenil formada por jovens de pastorais, movimentos, congregações e novas comunidades que atuam com a juventude. O subsídio para a vivência do DNJ foi elaborado por esse grupo.
Segundo um dos assessores da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, padre Antônio Ramos do Prado, a construção do subsídio do Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2012 foi feita a partir do aprofundamento do estudo sobre a realidade juvenil e à luz da Campanha da Fraternidade de 2013, fundamentados no texto bíblico de João 10,10: “Eu vim para que todos tenham vida”.
"Esse cartaz, feito por Francisco D'almeida, vencedor do concurso, manifestou com mais propriedade o tema e lema do DNJ porque focou os sinais da vida da juventude do Brasil", disse o padre Antônio Ainda segundo o padre, a ideia do jovem pintando os sinais de vida no Brasil manifesta o protagonismo juvenil dentro e fora da Igreja. "Parabéns ao autor que se colocou à disposição para fazer os ajustes necessários", afirmou.
O Dia Nacional da Juventude surgiu em 1985, Ano Internacional da Juventude, e conforme a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil este deve ser celebrado anualmente no 4º domingo de outubro!

Fonte: Adaptado de CNBB.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

V Arraiá da comunidade

Logo mais à noite, nossa comunidade realiza na rua em frente à Capela de N. Sra. Aparecida o seu V Arraiá. 
Teremos apresentações culturais e barracas com comidas típicas!
Participe!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Comissão Episcopal disponibiliza subsídio para a celebração do mês vocacional

Clique na imagem e baixe o Subsídio.
O mês de agosto é tradicionalmente dedicado na Igreja para a promoção e oração pelas vocações sacerdotais, religiosas e missionárias. Por este motivo, a Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada preparou um subsídio com sugestões para as celebrações deste período, com o apoio do Instituto de Pastoral Vocacional e da Rogate - revista de animação vocacional. 
O tema que deve iluminar a reflexão do mês vocacional será “Chamados à vida plena em Cristo”, com o lema “Eis que faço novas todas as coisas!” (Ap 21,5). São quatro celebrações, dedicadas a uma reflexão eclesiológica da vocação, da seguinte maneira: 
  • no primeiro domingo, a vocação dos Ministros Ordenados (bispos, padres e diáconos); 
    • Em nossa diocese, no próximo sábado, 4 de agosto, dia do Santo Cura d'Ars, serão ordenados 3 novos padres (Diáconos Luiz Gomes, Francisco José e Valmir Manoel). Participe e reze por eles!
  • no segundo, a vocação da Vida em Família (em sintonia com a Semana Nacional da Família); 
  • no terceiro domingo a vocação da Vida Consagrada (religiosas, religiosos, leigas e leigos consagrados); e 
  • no último domingo, a vocação dos ministros não ordenados (todos os cristãos leigos e leigas, catequistas).
Reze pelas Vocações!
ORAÇÃO VOCACIONAL
Senhor da Messe e Pastor do rebanho,
faze ressoar em nossos ouvidos teu forte
e suave convite: "Vem e Segue-me"!
Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele
nos dê sabedoria para ver o caminho e
generosidade para seguir tua voz.
Senhor, que a Messe não se perca por falta
de operários. Desperta nossas comunidades
para a Missão. Ensina nossa vida a ser
serviço. Fortalece os que desejam dedicar-se
ao Reino na diversidade dos
ministérios e carismas.
Senhor, que o Rebanho não pereça por falta de
Pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos,
padres, diáconos, religiosos, religiosas e
ministros leigos e leigas. Dá perseverança a
todos os vocacionados. Desperta o coração
de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja.
Senhor da Messe e Pastor do Rebanho,
chama-nos para o serviço de teu povo.
Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores
do Evangelho, ajuda-nos a responder SIM. Amém.

Abertura oficial da JMJRio-2013 nas Paróquias Santa Ana e Frei Galvão

Em 22 de julho, quase todas as dioceses brasileiras promoveram caminhadas, corridas, pedalas como forma de divulgar a contagem regressiva para a Jornada Mundial da Juventude a acontecer no Rio de Janeiro no período de 23 a 28 de julho de 2013 com a presença do S. Padre Bento XVI. Esse movimento foi chamado de "Bote Fé na Vida".
Preocupadas com isso, as Paróquias de Santa Ana (localizada no bairro Piauí, nesta cidade) e a Paróquia S. Antônio de Sant'Ana Galvão - Frei Galvão (localizada no Conj. Joaz Souza - bairro S. Vicente de Paula) com o intuito de fazerem a contagem regressiva para a JMJ Rio-2013 realizarão juntas um animado evento no dia 19 de agosto próximo. Será promovido um passeio ciclístico com concentração e saída do balão (rotatória no encontro com as avenidas Dep. Pinheiro Machado e  Evandro Lins e Silva) em frente à Cooperativa de Laticínios Delta,  em direção à Matriz de Santa Ana onde lá será celebrado o Santo Sacrifício da Missa pela juventude cristã seguido de um show com bandas católicas locais. (Clique nas imagens e confira a programação!)
Mesmo que não seja dessas paróquias! Participe, juventude parnaibana!
Jovens, mostrem sua vitalidade!
JMJ Rio-2013! Lá vamos nós!


Fonte: Imagens PHB Católica
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