sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Pastoral do Dízimo realiza "II Encontro com Dizimistas da Comunidade"

Dando continuidade ao trabalho de (in)formação iniciado em 2013 (Cf. Matéria), na noite de ontem, a Pastoral do Dízimo e a Coordenação da Comunidade reuniu com êxito um bom número de dizimistas e também de não-dizimistas em nossa capela, onde juntos participaram de uma palestra proferida pelo coordenador Hermerson Saulo, que tratou sobre as "Razões de ser dizimista".
O momento serviu para formar e estimular aqueles que ainda não devolvem o dízimo, mas também para esclarecer àqueles que já devolvem o dízimo em que está sendo aplicada suas doações. O coordenador fez a prestação de contas do ano de 2014 e apresentou projetos para 2015, que só serão realizados se todos os dizimistas forem fiéis na sua devolução.
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Além dos agentes da Pastoral do Dízimo da comunidade, estiveram presentes duas agentes da Pastoral do Dízimo Paroquial (Dona Dalva e Dona Regina) e o tesoureiro paroquial (Sr. Manoel do Espírito Santo), que também tiveram a oportunidade falar. Na ocasião agradeceram a todos os dizimistas da comunidade pela evolução que tem havido nas devoluções do dízimo a partir de agosto/2014 quando foi eleita uma nova coordenação dessa pastoral na comunidade (Cf. Matéria). Esses agentes paroquiais trouxeram algumas lembrancinhas que foram sorteados entre os dizimistas.
O encontro foi encerrado com a partilha de um lanche.
Nossa gratidão a todos os dizimistas que aceitam o convite e participaram desse II Encontro! Fazemos votos que TODOS os dizimistas da comunidade sejam fiéis em suas devoluções para que possamos evangelizar melhor, de modo especial, aos pobres, como quer o Senhor Jesus e hoje o nosso papa Francisco.
Nossa gratidão também aos agentes da Pastoral do Dízimo pelo trabalho evangelizador e missionário que têm feito na comunidade e na paróquia.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Na Festa do Batismo do Senhor, fiéis recordam o próprio batismo

No final da tarde de hoje, muitos fiéis participaram da Santa Missa na Festa do Batismo do Senhor, concluindo assim o Ciclo do Natal e dando início do Tempo Comum na Liturgia.
A Missa foi presidida pelo Pe. João Maria e foi auxiliado na Liturgia da Palavra por zeladoras do Apostolado da Oração.

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Após a homilia, na qual Pe. João Maria falou sobre a importância do nosso batismo, sacramento no qual nos tormanos filhos amados de Deus e membros da Mãe Igreja, como no ano passado (Cf. Matéria), houve a bênção da água, seguida da aspersão e do rito de renovação das promessas batismais.
Foi uma missa muito bem participada e celebrada! Rezemos para que cada batizado e membros de nossa comunidade deem testemunho do evangelho de Jesus Cristo a todas as pessoas e em todos os lugares!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Parentes e amigos recordam o 5º mês do "natal para o Céu" de Dona Dolores

No final da tarde de hoje, grande parte dos parentes e amigos de nossa irmã Maria Dolores do Val Ribeiro participaram da Santa Missa presidida por nosso pároco, Pe. Vicente, por ocasião do 5º mês de seu "natal para o Céu". Se viva fisicamente ainda estivesse, hoje ela teria feito 98 anos.
Os presentes recordaram com muita saudade o seu último aniversário celebrado em nossa capela no ano passado! (Cf. Matéria).
Confira algumas imagens de hoje:

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Todos os presentes à celebração fizeram votos de que Dona Dolores esteja junto de Jesus, nossa luz e salvação, naquela Pátria onde há luz que não se apaga!!

domingo, 4 de janeiro de 2015

Irmãos celebram a Festa da Epifania do Senhor

Na noite de hoje, um bom número de irmãos da comunidade participaram da Celebração da Palavra de Deus quando celebraram a Festa da Epifania do Senhor, festividade que recorda a chegada dos "reis" do Oriente que vieram adorar o Senhor Jesus com quase 2 anos de idade. Como dia 6 (Dia de Reis) não é feriado no Brasil, essa celebração ocorre no domingo entre 2 a 8 de janeiro de cada ano.
Presidiu a celebração o Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão, Hermerson Saulo, que em sua homilia destacou que a Epifania do Senhor  nos ensina que Cristo veio para todos, judeus ou pagãos, batizados ou não! Para tanto, além de basear-se no Evangelho do Dia (Mateus 2, 1-11), o ministro recordou e comentou um importante documento do Concílio Vaticano II, no qual se lê que o Senhor quer a salvação de todos e por isso por caminhos que só ele conhece pode salvar a muitos: «Com efeito, aqueles que, ignorando sem culpa o Evangelho de Cristo, e a Sua Igreja, procuram, contudo, a Deus com coração sincero e se esforçam, sob o influxo da graça, por cumprir a Sua vontade, manifestada pelo ditame da consciência, também eles podem alcançar a salvação eterna» (Lumen Gentium, nº 16).

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O Ministro concluiu exortando que cada irmão, cada irmã da comunidade, mostre aos outros (familiares, colegas de trabalho) a alegria do encontro com Cristo e assim Cristo se manifeste também na vida do outro irmão.
Baseado na Palavra de Deus que diz: "Quando entraram [os magos] na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram" (Mateus 2, 11), antes da Oração do Senhor e da distribuição da Comunhão, houve um breve momento de adoração a Jesus no Santíssimo Sacramento.
Ao final da Celebração se cantou parabéns às dizimistas aniversariantes da semana que passou: Dona Rosa e Dona Júlia.
Ao celebrarmos a 1ª atividade religiosa do ano formulamos os melhores votos de um feliz 2015 a cada irmão que participa de nossa comunidade!

AVISO-CONVITE: Amanhã, 5 de janeiro, às 17h30 haverá Santa Missa por ocasião do 5º mês de falecimento de nossa amada Dona Dolores! Participe!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Homilia do Santo Padre Francisco na Santa Missa da Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus

Leia abaixo e reflita a homilia do Santo Padre Francisco na Santa Missa da Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus. Uma excelente catequese sobre nossa veneração à Maria Santíssima.

SANTA MISSA NA SOLENIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA MÃE DE DEUS
XLVIII DIA MUNDIAL DA PAZ
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
Basílica Vaticana 
Quinta-feira, 1° de Janeiro de 2015

Hoje voltam à mente as palavras com que Isabel pronunciou a sua bênção sobre a Virgem Santa: «Bendita és Tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. E donde me é dado que venha ter comigo a mãe do meu Senhor?» (Lc 1, 42-43).
Papa Francisco incensa a imagem brasileira de
Nossa Senhora do Montserrat,
esculpida no século XVIII e
doada ao Papa Paulo VI
pelo presidente João Goulart, em 1963.
Esta bênção está em continuidade com a bênção sacerdotal que Deus sugerira a Moisés para que a transmitisse a Aarão e a todo o povo: «O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te favoreça. O Senhor volte para ti a sua face e te dê a paz» (Nm 6, 24-26). Ao celebrar a solenidade de Santa Maria, a Santa Mãe de Deus, a Igreja recorda-nos que Maria é a primeira destinatária desta bênção. N’Ela tem a sua realização perfeita: na verdade, mais nenhuma criatura viu brilhar sobre si a face de Deus como Maria, que deu uma face humana ao Verbo eterno, para que todos nós O pudéssemos contemplar.
E, para além de contemplar a face de Deus, podemos também louvá-Lo e glorificá-Lo como os pastores, que regressaram de Belém com um cântico de agradecimento depois de ter visto o Menino e a sua jovem mãe (cf. Lc 2, 16). Estavam juntos, como juntos estiveram no Calvário, porque Cristo e a sua Mãe são inseparáveis: há entre ambos uma relação estreitíssima, como aliás entre cada filho e sua mãe. A carne de Cristo – que é charneira da nossa salvação (Tertuliano) – foi tecida no ventre de Maria (cf.Sal 139/138, 13). Tal inseparabilidade é significada também pelo facto de Maria, escolhida para ser Mãe do Redentor, ter compartilhado intimamente toda a sua missão, permanecendo junto do Filho até ao fim no calvário.
Maria está assim tão unida a Jesus, porque recebeu d’Ele o conhecimento do coração, o conhecimento da fé, alimentada pela experiência materna e pela união íntima com o seu Filho. A Virgem Santa é a mulher de fé, que deu lugar a Deus no seu coração, nos seus projectos; é a crente capaz de individuar no dom do Filho a chegada daquela «plenitude do tempo» (Gl 4, 4) na qual Deus, escolhendo o caminho humilde da existência humana, entrou pessoalmente no sulco da história da salvação. Por isso, não se pode compreender Jesus sem a sua Mãe.
Igualmente inseparáveis são Cristo e a Igreja, porque a Igreja e Maria caminham sempre juntas, sendo isto exactamente o mistério da mulher na comunidade eclesial, e não se pode compreender a salvação realizada por Jesus sem considerar a maternidade da Igreja. Separar Jesus da Igreja seria querer introduzir uma «dicotomia absurda», como escreveu o Beato Paulo VI (cf. Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 16). Não é possível «amar a Cristo, mas sem amar a Igreja, ouvir Cristo mas não a Igreja, ser de Cristo mas fora da Igreja» (Ibid., 16). Na verdade, é precisamente a Igreja, a grande família de Deus, que nos traz Cristo. A nossa fé não é uma doutrina abstracta nem uma filosofia, mas a relação vital e plena com uma pessoa: Jesus Cristo, o Filho unigénito de Deus que Se fez homem, morreu e ressuscitou para nos salvar e que está vivo no meio de nós. Onde podemos encontrá-Lo? Encontramo-Lo na Igreja, na nossa Santa Mãe Igreja hierárquica. É a Igreja que diz hoje: «Eis o Cordeiro de Deus»; é a Igreja que O anuncia; é na Igreja que Jesus continua a realizar os seus gestos de graça que são os sacramentos.
Esta acção e missão da Igreja exprimem a sua maternidade. Na verdade, ela é como uma mãe que guarda Jesus com ternura, e O dá a todos com alegria e generosidade. Nenhuma manifestação de Cristo, nem sequer a mais mística, pode jamais ser separada da carne e do sangue da Igreja, da realidade histórica concreta do Corpo de Cristo. Sem a Igreja, Jesus Cristo acaba por ficar reduzido a uma ideia, a uma moral, a um sentimento. Sem a Igreja, a nossa relação com Cristo ficaria à mercê da nossa imaginação, das nossas interpretações, dos nossos humores.
Amados irmãos e irmãs! Jesus Cristo é a bênção para cada homem e para a humanidade inteira. Ao dar-nos Jesus, a Igreja oferece-nos a plenitude da bênção do Senhor. Esta é precisamente a missão do povo de Deus: irradiar sobre todos os povos a bênção de Deus encarnada em Jesus Cristo. E Maria, a primeira e perfeita discípula de Jesus, a primeira e perfeita crente, modelo da Igreja em caminho, é Aquela que abre esta estrada de maternidade da Igreja e sempre sustenta a sua missão materna destinada a todos os homens. O seu testemunho discreto e materno caminha com a Igreja desde as origens. Ela, Mãe de Deus, é também Mãe da Igreja e, por intermédio dela, é Mãe de todos os homens e de todos os povos.
Que esta Mãe doce e carinhosa nos obtenha a bênção do Senhor para a família humana inteira! Hoje, Dia Mundial da Paz, invoquemos de modo especial a sua intercessão para que o Senhor dê paz a estes nossos dias: paz nos corações, paz nas famílias, paz entre as nações. Este ano, a mensagem especial para o Dia Mundial da Paz reza: «Já não escravos, mas irmãos». Todos somos chamados a ser livres, todos chamados a ser filhos; e cada um chamado, segundo as próprias responsabilidades, a lutar contra as formas modernas de escravidão. Nós todos, de cada nação, cultura e religião, unamos as nossas forças. Que nos guie e sustente Aquele que, para nos tornar irmãos a todos, Se fez nosso servo!
Santa Mãe de Deus! Mãe da Divina Graça, rogai por nós!
(Padroeira da Diocese de Parnaíba)
Olhemos para Maria, contemplemos a Santa Mãe de Deus. Gostaria de vos propor que a saudássemos juntos, como fez o povo corajoso de Éfeso, que gritava à frente dos seus pastores quando entravam na Igreja: «Santa Mãe de Deus» [Theotokos (grego: Θεοτόκος)]! Que bela saudação para a nossa Mãe… Conta-se, mas não sei se a história é verdadeira, que alguns de entre aquelas pessoas tinham os bastões na mão, talvez para dar a entender aos bispos o que lhes aconteceria se não tivessem tido a coragem de proclamar Maria «Mãe de Deus». Sem bastão, convido a todos vós que vos levanteis e, de pé, Lhe dirijais por três vezes esta saudação da Igreja primitiva: «Santa Mãe de Deus»!

Fonte: Santa Sé [Com adaptações].
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